Filhos de Gaia (gata desaparecida desde março de 2007)

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terça-feira, 18 de junho de 2024

Guerra Psicológica

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GUERRA PSICOLÓGICA e ENGENHARIA SOCIAL “Lutar e vencer todas as batalhas não é a glória suprema. A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar.” Sun Tzu

Desde os tempos imemoriais o homem procurou se utilizar de meios e expedientes psicológicos como arma contra seu inimigo. O vetor psicológico é tão antigo como a própria humanidade, foi utilizada por Ciro, o Grande, no que hoje conhecemos como Oriente Médio, por César na Gália, por Genghis Khan na Ásia e, talvez, pelo mais famoso, polemico e emblemático operador da Guerra psicológica na sua expressão mais extrema, Vlad III, também cognominado como Vlad Tepes ou Vlad, o Empalador. Defendeu a passagem que separava a Europa dos turcos Otomanos, a região balcânica da Valáquia, atualmente, o Sul da Romênia. Na Revolução Francesa as ações psicológicas adquiriram dimensões inusitadas e mais complexas, em termos de levantamento em massa, onde os fatores psicossociais passaram a ter uma influencia fundamental nas futuras decisões politicas e militares. Menos de um século mais tarde, o próprio Marx admitia que : “A guerra é militar em sua última instância, antes, ela é decidida no front econômico e psicológico.” Mais tarde, já no início do século XX, Lenin afirmaria : “Dentro de 50 anos os exércitos não terão mais necessidade de se bater, nós teremos minado suficientemente nossos inimigos para que não seja mais necessário a intervenção militar.” No entanto, até a primeira metade do seculo XIX, com raras exceções, as ações psicológicas predominantes consistiam-se de ações violentas visando à desestabilização emocional do inimigo, pelo terror. A partir do incremento dos conhecimentos da mente humana, sua estrutura psicológica e comportamental, bem como do estudo do comportamento das massas, o âmbito da Guerra Psicológica foi se abastecendo de dados advindos desses estudos e se sofisticando. Gustave Le Bon, sociólogo francês, de forma pioneira, nos estertores do século XIX, fez uma abordagem do comportamento dos grandes grupamentos humanos e dos modos de manipula-los, em sua obra “Psicologia das Massas” de 1895. Um quase contemporâneo de Le Bom, Edward Bernays, foi o autor da frase que, muito frequentemente, é erroneamente atribuída à Goebbels : “Uma mentira repetida várias vezes torna-se uma verdade”. Embora a autoria seja de Bernays, tanto Goebbels como Lenin, e tantos outros ditadores, revolucionários e manipuladores, fizeram muito uso dessa assertiva. Edward Bernays foi o idealizador pioneiro da cultura de massa. Por meio das técnicas da psicanálise, criadas pelo seu tio, Sigmund Freud, Bernays promoveu significativa mudança na sociedade ao transferir o desejo de consumo motivado pela necessidade, para o desejo de consumo motivado pelo desejo simbólico. Os símbolos são elementos importantes do arsenal da Guerra Psicológica.

A Escola de Frankfurt, fundada em 1923, em seus estudos uniu a psicanálise freudiana ao marxismo, criando assim uma poderosa ferramenta para a chamada reconstrução da realidade, instrumento muito adaptável às Guerras Psicológicas vindouras. No entanto, o grande centro de produção de armamentos psicossociais prontos e bem acabados, veio a ser o Instituto Tavistock de Londres ou, “Tavistock Institute of Human Relations”, fundado em 1946. Esse instituto, e seus congêneres, desenvolveram as técnicas (armas) psicossociais ao estado da arte e continuam a elabora-las e desenvolve-las até hoje. Na Guerra Psicológica o teatro de operações prioritário passa a não ser mais o terreno físico, mas o cérebro dos indivíduos, e o objetivo final, a sua mente. As táticas e estratégias militares convencionais são substituídas por táticas e estratégias de controle social, mediante a manipulação informativa e a ação psicológica orientada para direcionar a conduta social em massa. Os alvos já não são físicos (como na guerra tradicional), mas psicológicos e sociais. O objetivo principal já não é a destruição material, como bases militares, soldados e infraestrutura em geral, nem tão pouco o controle de áreas territoriais, mas a conquista da mente humana. O bombardeio militar é substituído pelo bombardeio midiático: os símbolos e as imagens substituem os mísseis, bombas e projéteis, do campo militar tradicional. Esses bombardeios midiáticos, por meio da inundação contínua de informações insignificantes, objetivam destruir as etapas do pensamento reflexivo, composto por - Informação, Processamento e Síntese – Pois uma mente dividida e/ou fragmenta com notícias desconectadas entre si, deixará de analisar as pertinências e razões de cada informação e se converterá em consumidor passivo de informação, um indivíduo em alienação controlada. Nesse cenário de Guerra Psicológica, as grandes cadeias midiáticas fazem o papel dos Porta-Aviões das guerras convencionais e as notícias, imagens e símbolos, devidamente manipulados, são os seus mísseis de última geração, disparados sobre os cérebros da população, agora convertidos em Teatro de Operações. A Guerra Psicológica se torna mais eficaz, se intensificada por uma guerra assimétrica (física) de baixa e média intensidade. Nesse caso, o terror e o medo serão elementos de aprofundamento do processo de fragmentação mental, facilitando o objetivo final do controle. As possibilidades de êxito de uma Guerra Psicológica são muito amplificadas se forem precedidas por um período de Engenharia Social. A Engenharia Social aplaina o terreno, preparando-o como o teatro de operações ideal de uma Guerra Psicológica.

Engenharia Social A Engenharia Social, para usar uma expressão do professor de Harvard, Joseph Nye, é a versão “soft power” da Guerra Psicológica e atua em um arco de tempo mais longo e permanente, sendo por essa razão, a ferramenta preferida dos adeptos do gradualismo da Escola Socialista Fabiana. A Engenharia Social pesquisa e aplica técnicas da psicologia avançada, para moldar as crenças e padrões de comportamento social. A Engenharia Social consiste em manipular para persuadir, é o processo artificial de construção psicossocial de regras de conduta humana para influenciar e manipular, visando o controle da sociedade. Prepara a maioria para a adoção de comportamentos programados e, na medida do possível, padronizados, induzindo opiniões e deslocando o senso comum ao longo do tempo. O emprego da Engenharia Social é feito, principalmente, por intermédio dos meios de comunicação de massa como, jornais, revistas, TV e literatura. Se bem aplicada, a Engenharia Social torna a Guerra Psicológica desnecessária. O grande efeito multiplicador da Engenharia Social se dá quando, suas próprias vitimas, se tornam agentes inconscientes replicadores de sua implantação. Desarmamento civil, tributação confiscatória e regramento excessivo são exemplos de ações muito comumente empregadas pela Engenharia Social. Longe de ser uma metodologia aplicada apenas em países de regimes totalitários, a Engenharia Social é muito utilizada nas sociedades de regimes democráticos, aplicada pela própria autoridade governante, visando a consecução de objetivos do governo ou de grupos ligados a este. Pode também ser inserida de fora, por governos e/ou instituições estrangeiras, dentro de um contexto de Guerra de 5ª Geração, sem o conhecimento da autoridade governante local, ou, mediante sua prévia cooptação, contando com a leniência e a cumplicidade dela. Os valores espirituais e morais de uma sociedade, assim como a sua cultura, constituem a sua linha de defesa natural, os anticorpos, ou ainda, o perímetro de defesa a ser transposto e/ou suprimido, em um contexto de Guerra Psicológica ou de implementação de Engenharia Social. Portanto, o declínio espiritual, moral e cultural facilitam a submissão social a um projeto de poder ou a uma sobreposição de projetos. Por fim, o texto acima, não tem a pretensão de abarcar todas as vertentes e complexidades da Guerra Psicológica e da Engenharia Social, mas informar, prevenir e despertar a reflexão critica diante dos cenários sociais novos que se apresentam, nos âmbitos de costumes, ideias e tendências, suscitando, por exemplo, indagações como : Por que, para que e por quem. Enos Francisco Beolchi Diretor de Estudos Geopolíticos - ADESG – SP

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Frases para Reflexão

 

Frases para reflexão de minha autoria

A Vida pode ser uma obra de arte

Desde que você não a encare

Constantemente como um jogo.

 

Uma vida sem alteração do humor é quadro em branco.

 

O problema não é ser chamada de maluca, o problema está em acreditar que a maluca sou eu.

 

Dilemas todos vivem,

Agora o que falta é conhecimento para lidar com eles.

Somos jogados no mundo muito cedo

Cobranças e muitas convenções sociais

Podem nos tornar pessoas leves ou pesadas

Tudo depende do nosso auto conhecimento

 

Refletir sobre a confiança é justamente refletir sobre uma relação que foi cultivada ao longo do tempo, não se trata de um simples contato físico ou virtual.

 

Confiança perdida, amizade quebrada

Mesmo que junte os cacos

Jamais será a mesma.

 

O perigo da mentira está em conta-la tantas vezes

Ao ponto de você acreditar que é verdade.

Ai você está vivendo na mentira de fato.

Você fica distante de você mesmo

Mentindo para você mesmo

E aí começa a loucura.

Loucura é acreditar na própria mentira.

 Cabo Frio, 30/1/23

 

Caraio, o Divino se revelou

Vou tentar me tornar uma poeta marginal... hoje foi foda e lindo de ver; me realizei através delas... marginal, à margem como sempre me senti.... Vou falar com o Marcos Rogério. Inicio de Novos Tempos....

 

 

Tenho muita coisa escrita, gostaria de compartilhar as coisas que eu escrevi. – outro sonho realizado..

 

 

O problema não é falar do outro, mas sim, como e o quê você fala do outro. As intenções valem muito.

12/4/24

 

Quando a maioria lê pouco, a leitura vira um ato revolucionário.

“Sou uma criança e não entendo nada”

“Sou errada, sou errante, sempre distante.”

Quando tudo que você tem a perder é sua alma, agarra-se a ela.

Afinal de contas

“O invisível é essencial aos olhos.”

12/4/24

 

A sociedade é o palco da hipocrisia

E nós somos os atores principais

Muitos conhecem a si próprios

Outros são estranhos a eles mesmos.

Apenas representam e nada são.

12/4/24

 

 

Perder-se na vida é muito fácil, difícil é se encontrar.

Sou uma perdida até hoje....

Quer dizer tô procurando....

Uma hora encontro alguém

Bem legal pelos bares e ares da vida.

Sonhar é muito bom

Principalmente quando sonhamos acordada.

Se der para rolar um romance

E dou o meu lance.’

 

Vistos como coisas e brevemente descartados

O que significa ser amigo no mundo virtual?

Tenho poucos amigos....

 

 

Não  fui convidada para o puteiro da vizinha

Fiquei na pista segurando vela

Em frente ao IML

3536

Né Brother

Em Terra de Ghost

Você vive no espanto!

 

 

Ainda bem que sonhar é grátis

Já pensou se tivesse que pagar para sonhar.

Agora para realizar certos sonhos

É preciso pagar

Eu pelo menos as vezes sonho acordada

E não pago nada.

13/4/24

 

 

Nada como um beijo gostoso na boca

Um beijo gostoso na boca algo me  diz

Que que é prenuncio de uma boa foda

Que venham outros beijos gostosos

Para que eu possa finalizar meu trabalho de campo

Melhor desfecho não há

Uma boa foda

Pena que ainda não consegui esse desfecho, digamos assim.....

14/4/24