Filhos de Gaia (gata desaparecida desde março de 2007)

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sexta-feira, 4 de abril de 2025

Mundo Louco


Mundo louco esse

Dos grandes homens....

Mundo louco esse

Que vive em guerras

Mundo louco esse

Que precisa aprender a amar

Mundo louco esse

Dos adultos

Que deixaram de ser

Eternos aprendizes. 

Muito louco esse 

Conseguir viver sem amor.

Que venham as rosas

Para um novo mundo

Florescer.




segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Livro - Inteligências Múltiplas

 Livro – Inteligências Múltiplas – A Teoria na Prática – Howard Gadner

=Recortes e observações 

===Apresentação das sete inteligências p.22 a 29

= Introdução

“Inteligências múltiplas, múltiplas para enfatizar um número desconhecido de capacidades humanas diferenciadas, variando desde a inteligência musical até a inteligência envolvida no entendimento de si mesmo; “inteligências” para salientar que estas capacidades eram tao fundamentais quanto àquelas que eram historicamente capturadas pelos testes de QI.....

*inteligência musical

*inteligência entendimento de si mesmo

-*vide pp15

1- inteligência lógico matemática

2-inteligência linguistica

3-inteligência espacial: capacidade de formar um modelo mental de um mundo espacial e de ser capaz de manobrar e operar utilizando esse modelo. (marinheiros, engenheiros, cirurgião, escultores, pintores – e desenhistas)

4-inteligência corporal cinestésica – capacidade  de resolver problemas ou de elaborar produtos utilizando o corpo inteiro ou partes do corpo.  (dançarinos, atletas, cirurgiões e artistas)

5-inteligência musical

6-inteligência interpessoal: capacidade de compreender as outras pessoas: o que as motiva, como elas trabalham, como trabalhar cooperativamente com elas. (vereadores, políticos, professores, clínicos (terapeutas) , líderes bem sucedidos)

7-inteligência intrapessoal – capacidade de formar um modelo acurado e verídico de si mesmo e de utilizar esse parar operar efetivamente na vida. 

*”O ponto importante aqui é deixar clara a pluralidade do intelecto.

PONTO CHAVE CENTRAL :

“propósito da escola deveria ser o de desenvolver as inteligências e ajudar as pessoas a atingirem objetivos de ocupação e passatempo adequados ao seu espectro particular de inteligências. As pessoas que são ajudadas a fazer isso, acredito, se sentem mais engajadas e competentes, e portanto mais inclinadas a servirem à sociedade de uma maneira construtiva.

=vide p.18

*frase importante: desenvolvimento do perfil cognitivo do aluno. 


Capítulo 8 – Abordando a escola de modo inteligente: inteligência prática no nível escolar médio. (pg 105 a 116)

UMA NOVA CONCEPÇÃO DE INTELIGÊNCIA

Tradicionalmente, a inteligência era considerada uma capacidade geral, encontrada em graus variáveis em todos os indivíduos, e especialmente crítica para um desempenho bem-sucedido na escola. Desde o tempo de Platão, esta visão unitária da mente tem sido uma influência dominante no pensamento ocidental. Em anos recentes, todavia, foi desenvolvida uma visão alternativa, sugerindo que a mente está organizada em domínios de funcionamento relativamente independentes (Feldman, 1980, 1986; Fodor, 1983; Gadner, 1983). A teoria das inteligências múltiplas, discutida em detalhes em Estruturas da Mente, representa esta abordagem pluralística para a noção de inteligência (veja os capítulos 1 e 2)


Eu – mais um livro para estudar e ler – “Estruturas da Mente” – e comprar.....

As inteligências são sempre negociadas no contexto do atual arranjo de campos e disciplinas de modo geral existente nas escolas e sociedade. Embora inicialmente baseadas num potencial biológico, as inteligências expressam-se, inevitavelmente, como o resultado de fatores genéticos e ambientais, que se intersecionam. Elas normalmente não funcionam isoladamente, exceto em certas populações excepcionais, como  a dos idiotas sábios. Cada cultura enfatiza um diferente conjunto de inteligências e uma combinação de inteligências. Estas inteligências estão inseridas (ou talvez corporificadas) na utilização dos vários sistemas simbólicos, sistemas notacionais, tais como a notação musical ou matemática, e campos de conhecimento, por exemplo, o desenho gráfico ou a física nuclar (Csikszentmihalyi & Robinson, 1986).


Eu – lembrando que é contexto escolar – 

Inteligências – negociam entre os contextos – escola (início da socialização secundária) e sociedade (selva)

Inteligências – resultado genética e meio ambiente

A título de curiosidade – o que será que o autor quis dizer com “idiotas sábios”

Importante – que doideira – “Cada cultura enfatiza um diferente conjunto de inteligências e uma combinação de inteligências.” – Meu Deus!! Fico me perguntando que tipo de inteligência a cultura brasileira está incentivando, ou melhor enfatizando?

Mestre Bob – a Jamaica por exemplo enfatiza o Reggae.... do caralho


Na maioria das culturas ocidentais, a tarefa de aprender os sistemas notacionais é executada no ambiente relativamente descontextualizado das escolas. Muitos alunos não conseguem relacionar seu conhecimento de senso comum com conceitos cognatos apresentados num contexto escolar. Tomando um exemplo bem conhecido, quando perguntou-se a um grupo de alunos quantos ônibus seriam necessários para transportar 1.128 soldados se em cada ônibus cabiam trinta e seis soldados, a maioria respondeu “trinta e um, sobram doze”. Estes alunos aplicaram corretamente a operação aritmética, mas não consideraram o significado de sua resposta (Schoenfeld, 1988; Strauss, 1982).


Eu – eu sou uma merda em matemática. Quanto a questão do significado desta questão talvez seja a seguinte, o resultado é 31 – restam , sobraram 12 soldados – estes doze vão ficar para trás (inteligência militar, digamos) vai ter que arrumar outro ônibus e o mesmo tipo de pensamento tem que ser usado quando planejamos um passeio com os alunos em que precisamos de transporte.  – logística 


Embora o conhecimento escolar frequentemente esteja dissociado dos contextos do mundo real, é nos contextos ricos, específicos para cada situação , que as inteligências costumam ser produtivamente empregadas. O tipo de conhecimento necessário nos locais de trabalho e na nossa vida pessoal normalmente envolvem um pensamento colaborativo, contextualizado e específico para cada situação (Gadner, 1990; Resnick, 1987; Rogoff & Lave, 1984). As escolas realmente proporcionam algumas atividades de grupo, mas os alunos geralmente são julgados por seu trabalho individual. Em contraste, em muitos ambientes sociais e ocupacionais, nossa capacidade de nos comunicarmos de modo efetivo e de trabalharmos produtivamente com os outros é crítica para um bom resultado. Além disso, enquanto a aprendizagem na escola frequentemente inclui a manipulação de símbolos abstratos e a execução de atividades de “pensamento puro”, a maior parte do pensamento necessário fora da escola está vinculado a uma tarefa ou objetivo específico, seja dirigir um negócio, calcular seu desempenho no trabalho ou planejar umas férias. Nestas situações, a inteligência intrapessoal – ou a capacidade de reconhecer que habilidades são necessárias, e de aproveitar as próprias forças e compensar as próprias limitações  - pode ser especialmente importante. 


Eu:

*dissociação do conhecimento escolar com o mundo real – escola (“pensamento puro”) // mundo real – fora escola – maior parte do pensamento direcionada para um objetivo específico – ganhar dinheiro

*Como segundo a IM as inteligências costumam ser empregadas? Resp provisória: em contexto ricos (como seria esse contexto? Usa sua imaginação querida... – e situações específicas (que tal o jogo de xadrez?!).

*Em cada situação – e ambiente (seja na escola ou no local do trabalho – e tb na vida pessoal) - - pesq melhor o que se entender por “pensamento colaborativo”

*”Em contraste...para um bom resultado.” – pensamento colaborativo ou que chamamos de trabalho em grupo

*vida pessoal – reconhecer habilidades necessárias; aproveitar as próprias forças; compensar as próprias limitações (complexo este processo, não!)


Naturalmente,  a própria instituição escolar é algo complexo para as crianças negociarem. A escola apresenta sua própria disciplina, códigos, notações expectativas que, em todas as situações, são criticas para a sobrevivência no ocidente. As crianças que têm dificuldade em “decodificar” a escola provavelmente correm o risco de futuros problemas, dentro ou fora da escola. Embora grande parte da pesquisa tenha -se concentrado nas inteligências “acadêmicas” da linguagem e lógica e nas outras disciplinas acadêmicas, menos esforços foram dedicados ao que é preciso para sobreviver e ter sucesso no ambiente escolar de modo mais geral. Uma vez que a escola desempenha um papel tão central em nossa cultura, é importante examinar essas inteligências e habilidades necessárias para que os alunos sobrevivam e tenham sucesso no sistema.


Eu – 

*Escola como instituição -  como explicava aos meus alunos anos atrás – é a socialização secundária (eles estão sendo preparados para encarar o mundo selvagem, do salve-se quem puder..) é complexo – isso dá tese mestrado – escola como organismo vivo , uma coisa é importante principalmente durante a adolescência – a diferença do ambiente de casa para a escola e tentar fazer com que entendam a importância de certas regras – bicho é foda!, se bem que tb não sou a pessoa mais indicada para isso

*Trabalho de campo Miguel Couto – “decodificar o colégio) – disciplina, códigos, notações e expectativas

*Sobrevivência em ambiente escolar

*Então é neste ambiente escola que preciso observar as inteligências e habilidades necessárias dos alunos, ao que tudo indica são indícios para que consigam ter sucesso no sistema.

*Questão básica? Que tipo de inteligência ou (as) o sistema valoriza? – fazer link com o livro “A Corrupção da Inteligência” de Flávio Gordon.  – entende-se também como corrupção da personalidade e quiçá da própria alma. – o silêncio dos intelectuais quanto os desvarios lulopetista. 



= O PROJETO DA INTELIGÊNCIA PRÁTICA PARA A ESCOLA (IPPE)


*”Duas abordagens recentes apresentam uma dupla preocupação com o desenvolvimento da inteligência em geral e a sobrevivência pratica em contextos específicos tais como a escola. A primeira delas, a teoria triárquica da inteligência de Sternberg (1985, 1988), define a inteligência em termos de (1) o mundo interno do individuo (os componentes processadores de informação do desempenho metacognitivo e os componentes de aquisição de conhecimento); (2) o mundo externo do individuo (a capacidade do individuo adaptar-se aos ambientes existentes e modela-los ou de escolher novos ambientes); (3) a experiência do individuo no mundo (como o individuo lida com as coisas novas e automatiza o processamento da informação). Como já observamos, a segunda abordagem – a teoria das IM – enfatiza a importância das capacidades serem utilizadas em contextos culturais específicos. Além disso, determinadas inteligências estão ligadas a assuntos específicos de matérias escolares; por exemplo, o inglês e a historia enfatizam a inteligência linguistica, ao passo que a matemática e a ciência exploram a inteligência lógico-matemática. A adaptação ao ambiente social da escola utiliza a inteligência interpessoal, enquanto a inteligência intrapessoal envolve o senso de si mesmo como um aluno, com especificas potencialidades, dificuldades e características de estilo.” – p108


Eu 

*2 abordagens preocupadas com o desenvolvimento da inteligência: 

1-teoria triárquica

2- teoria das IM


1-teoria triárquica, define inteligência pelos seguintes ângulos:

--mundo interno do individuo

--mundo externo do individuo

--experiencia do individuo no mundo


2- Teoria das IM

*enfatiza a importância das capacidades serem utilizadas em contextos específicos:

--inteligência linguistica – ex: história e inglês

--inteligencia lógico-matemática – matemática e ciências

--inteligência interpessoal – adaptação ao ambiente social (no caso escola)

--inteligencia intrapessoal – senso de si mesmo como aluno , potencialidades e dificuldades – eu acho que aqui entra também a questão do reconhecimento.


Eu  - estudo de caso Gibinha

- é bom continuar observando como ele está desenvolvendo sua inteligência interpessoal, este ano já tivemos muitos avanços, ele está entrando nas salas de aula. Coisa que ano passado ele tinha horror.

- quanto a inteligência intrapessoal – essa precisa de mais informação ***


*”Os esforços da intervenção IPPE visam a população da escola intermediária por várias razões. A sexta e a sétima séries (idades de onze e doze anos) em particular, são o momento em que os alunos já desenvolveram um considerável conhecimento prático sobre o ambiente escolar, e um momento em que  a falta desse conhecimento passa a ser cada vez mais prejudicial ao desempenho escolar. As crianças, no inicio da adolescência, estão começando a passar por importantes desenvolvimentos e mudanças físicas, intelectuais e emocionais. Elas estão se tornando cada vez mais independentes, o que se reflete nas atividades e projetos que terão de executar. Assim, os anos intermediários da escola representam uma importante transição entre as series elementares e o segundo grau. “ – pp 108,109


EU

Foco da intervenção foram alunos da 6ª e 7ª séries : (anos fundamentais para o desenvolvimento do ser – fundamental começar desenvolver a inteligência interpessoal) e também a intrapessoal. 

-inicio da adolescência

- investigar teorias que tratam sobre o desenvolvimento humano, só fazer um zoom geral não aprofundar. Cuidado com a dispersão menina!!

-Teóricos da psicologia que se debruçaram sobre o desenvolvimento humano:

---Sigmund Freud – Teorias psicanalíticas - 1

---Anna Freud – Teorias Psicanalíticas - 1

---Erik Erikson – Teorias Psicanalíticas - 1

---Jean Piaget - 3

---L.S. Vigotski - 3

---Henri Wallon -?


=3 Teorias da Psicologia do desenvolvimento

-Teorias psicanalíticas

1-Aprendizagem via : condicionamento clássico, condicionamento operante e

 2-teoria da aprendizagem – behaviorismo/Aba

3-Aprendizagem/// desenvolvimento cognitivo 

- e temos também a Teoria das Inteligências Múltiplas/ Estruturas da Mente


sábado, 16 de novembro de 2024

Poemas

 Até que ser ghost é divertido

Minha imaginação é tão fértil

Que hora me sinto uma barata boca suja

Botei ela pra correr

“Tá olhando o quê.”

Nem a auxiliar do lar

A escutou.

Máscaras levam

Tempo pra cair.

Eu avisei

“Meu quintal não é mosteiro

Aqui planto o inferno para o inimigo.”

Quem tá com Deus

Tá na paz.

Mesmo o mundo em guerra.

Minha pergunta é o que posso fazer 

Para evitar um conflito?

Quase sempre o silêncio fala mais alto.

E a observação participante 

São estratégias de sobrevivência

na Selva. 

Eu renuncio à competição

Até porque não existe competição

Sem colaboração.

É trabalho em equipe

Mas cada um entra com

As melhores de suas habilidades

Fazendo o melhor na

Sua função.




Esse dilema me persegue

Por amor ou por dinheiro?

Nesse mundo perverso

Dinheiro fala mais alto

E o amor fica por baixo

Na invisibilidade

dos pequenos gestos.

Na sutil

Gentileza


quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Pensamentos Diversos

 Bons tempos não voltam

Hoje somos todos coitadinhos

Hoje somos todos reféns do

Politicamente correto

Não pode isso

Não pode aquilo

Deixa disso

Cala-te

Está cancelado

Está censurado

Nem ouse pensar

o contrário

Se pensar

Saiba que podes

Ser cortado

E calado.

Bons tempos não voltam




Mundo em chamas,
Mundo da intolerância religiosa
Mundo controlado
Mundo polarizado
Não é este mundo que quero
Sem compaixão
Sem respeito ao próximo.
Não espere mudar o mundo
Mude a si mesmo primeiro.


Minhas verdinhas, minhas verdinhas
Minha mania não seria a mesma sem você
Com você minha amiga verdinha
A viagem é boa, é leve
Dá pra imaginar muita coisa.

domingo, 8 de setembro de 2024

Redação Dissertativa como arma - GUNS AND ROSES

 Educação como arma política. E a redação pode ser uma arma branca.... – vamos ver pode ser mais um projeto embrionário – depende dos alunos.  Sou uma libertária... não vou impor. Tem que partir da vontade do aluno..... assim como foi com o xadrez.

 Minha estratégia de subversão responsável.  – usar a redação como arma branca

Tema de redação:

Estamos vivendo o fim das nossos direitos civis?

     Há muito tempo a sociedade brasileira vem não só observando como reagindo a perda dos direitos civis, dentre eles a liberdade de expressão e o direito de ir e vir, em alguns casos.  É importante destacar também que estamos passando por um processo revolucionário, gestado lá atrás com Karl Marx e Gramsci, ideólogos comunistas.  Esta dissertação ficará em sigilo, uma vez que a censura já se instalou no país.

     Uma das marcas registradas em países democráticos é o uso do humor como canal de diálogo da sociedade para com o governo. Onde está o humor na sociedade brasileira? E os presos políticos do 8 janeiro? Foram anistiados? Prisão política não combina com regimes democráticos, existem sim, em ditaduras venezuelanas, cubanas, soviéticas, chinesas e norte-coreanas. E delas somos parceiros. E os grandes meios de comunicação cooptados pelo Estado? E a perseguição política aos jornalistas independentes? Estamos vivendo numa democracia? Que regime é este? Nosso voto é impresso? Além da perda de nossos direitos civis , nossos direitos políticos estão sendo manipulados pelas urnas eletrônicas. Estamos vivendo em tempos sombrios.

      Fato é que o Brasil está despertando para a existência de fato de um movimento revolucionário internacional – o comunismo. E há de convir que o lema Bolsonarista: “Deus, Pátria e Família” ,  acaba inaugurando um ringue de ideologias. Infelizmente muitos de nossos políticos desconhecem as filosofias políticas e fazem da arte de governar uma politicagem. Nossa política é promíscua e materialista e nossos políticos não são amantes da sabedoria. E muitos de nossos intelectuais foram cooptados pela Revolução Cultural Gramscista.

     Em tempos sombrios e repleto de cenários nebulosos, como o do dia 8 janeiro, só para lembrar, e diante do pouco que foi exposto acima, podemos chegar a conclusão de que já não vivemos mais em um país democrático há muito tempo. Nossas eleições tornaram-se teatro, sem a voz do povo como protagonista. Basta lembrar que nosso voto não é impresso.  Não estamos perdendo apenas nossos direitos civis com a censura mas também nossos direitos políticos.


Jane Darcy

terça-feira, 18 de junho de 2024

Guerra Psicológica

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GUERRA PSICOLÓGICA e ENGENHARIA SOCIAL “Lutar e vencer todas as batalhas não é a glória suprema. A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar.” Sun Tzu

Desde os tempos imemoriais o homem procurou se utilizar de meios e expedientes psicológicos como arma contra seu inimigo. O vetor psicológico é tão antigo como a própria humanidade, foi utilizada por Ciro, o Grande, no que hoje conhecemos como Oriente Médio, por César na Gália, por Genghis Khan na Ásia e, talvez, pelo mais famoso, polemico e emblemático operador da Guerra psicológica na sua expressão mais extrema, Vlad III, também cognominado como Vlad Tepes ou Vlad, o Empalador. Defendeu a passagem que separava a Europa dos turcos Otomanos, a região balcânica da Valáquia, atualmente, o Sul da Romênia. Na Revolução Francesa as ações psicológicas adquiriram dimensões inusitadas e mais complexas, em termos de levantamento em massa, onde os fatores psicossociais passaram a ter uma influencia fundamental nas futuras decisões politicas e militares. Menos de um século mais tarde, o próprio Marx admitia que : “A guerra é militar em sua última instância, antes, ela é decidida no front econômico e psicológico.” Mais tarde, já no início do século XX, Lenin afirmaria : “Dentro de 50 anos os exércitos não terão mais necessidade de se bater, nós teremos minado suficientemente nossos inimigos para que não seja mais necessário a intervenção militar.” No entanto, até a primeira metade do seculo XIX, com raras exceções, as ações psicológicas predominantes consistiam-se de ações violentas visando à desestabilização emocional do inimigo, pelo terror. A partir do incremento dos conhecimentos da mente humana, sua estrutura psicológica e comportamental, bem como do estudo do comportamento das massas, o âmbito da Guerra Psicológica foi se abastecendo de dados advindos desses estudos e se sofisticando. Gustave Le Bon, sociólogo francês, de forma pioneira, nos estertores do século XIX, fez uma abordagem do comportamento dos grandes grupamentos humanos e dos modos de manipula-los, em sua obra “Psicologia das Massas” de 1895. Um quase contemporâneo de Le Bom, Edward Bernays, foi o autor da frase que, muito frequentemente, é erroneamente atribuída à Goebbels : “Uma mentira repetida várias vezes torna-se uma verdade”. Embora a autoria seja de Bernays, tanto Goebbels como Lenin, e tantos outros ditadores, revolucionários e manipuladores, fizeram muito uso dessa assertiva. Edward Bernays foi o idealizador pioneiro da cultura de massa. Por meio das técnicas da psicanálise, criadas pelo seu tio, Sigmund Freud, Bernays promoveu significativa mudança na sociedade ao transferir o desejo de consumo motivado pela necessidade, para o desejo de consumo motivado pelo desejo simbólico. Os símbolos são elementos importantes do arsenal da Guerra Psicológica.

A Escola de Frankfurt, fundada em 1923, em seus estudos uniu a psicanálise freudiana ao marxismo, criando assim uma poderosa ferramenta para a chamada reconstrução da realidade, instrumento muito adaptável às Guerras Psicológicas vindouras. No entanto, o grande centro de produção de armamentos psicossociais prontos e bem acabados, veio a ser o Instituto Tavistock de Londres ou, “Tavistock Institute of Human Relations”, fundado em 1946. Esse instituto, e seus congêneres, desenvolveram as técnicas (armas) psicossociais ao estado da arte e continuam a elabora-las e desenvolve-las até hoje. Na Guerra Psicológica o teatro de operações prioritário passa a não ser mais o terreno físico, mas o cérebro dos indivíduos, e o objetivo final, a sua mente. As táticas e estratégias militares convencionais são substituídas por táticas e estratégias de controle social, mediante a manipulação informativa e a ação psicológica orientada para direcionar a conduta social em massa. Os alvos já não são físicos (como na guerra tradicional), mas psicológicos e sociais. O objetivo principal já não é a destruição material, como bases militares, soldados e infraestrutura em geral, nem tão pouco o controle de áreas territoriais, mas a conquista da mente humana. O bombardeio militar é substituído pelo bombardeio midiático: os símbolos e as imagens substituem os mísseis, bombas e projéteis, do campo militar tradicional. Esses bombardeios midiáticos, por meio da inundação contínua de informações insignificantes, objetivam destruir as etapas do pensamento reflexivo, composto por - Informação, Processamento e Síntese – Pois uma mente dividida e/ou fragmenta com notícias desconectadas entre si, deixará de analisar as pertinências e razões de cada informação e se converterá em consumidor passivo de informação, um indivíduo em alienação controlada. Nesse cenário de Guerra Psicológica, as grandes cadeias midiáticas fazem o papel dos Porta-Aviões das guerras convencionais e as notícias, imagens e símbolos, devidamente manipulados, são os seus mísseis de última geração, disparados sobre os cérebros da população, agora convertidos em Teatro de Operações. A Guerra Psicológica se torna mais eficaz, se intensificada por uma guerra assimétrica (física) de baixa e média intensidade. Nesse caso, o terror e o medo serão elementos de aprofundamento do processo de fragmentação mental, facilitando o objetivo final do controle. As possibilidades de êxito de uma Guerra Psicológica são muito amplificadas se forem precedidas por um período de Engenharia Social. A Engenharia Social aplaina o terreno, preparando-o como o teatro de operações ideal de uma Guerra Psicológica.

Engenharia Social A Engenharia Social, para usar uma expressão do professor de Harvard, Joseph Nye, é a versão “soft power” da Guerra Psicológica e atua em um arco de tempo mais longo e permanente, sendo por essa razão, a ferramenta preferida dos adeptos do gradualismo da Escola Socialista Fabiana. A Engenharia Social pesquisa e aplica técnicas da psicologia avançada, para moldar as crenças e padrões de comportamento social. A Engenharia Social consiste em manipular para persuadir, é o processo artificial de construção psicossocial de regras de conduta humana para influenciar e manipular, visando o controle da sociedade. Prepara a maioria para a adoção de comportamentos programados e, na medida do possível, padronizados, induzindo opiniões e deslocando o senso comum ao longo do tempo. O emprego da Engenharia Social é feito, principalmente, por intermédio dos meios de comunicação de massa como, jornais, revistas, TV e literatura. Se bem aplicada, a Engenharia Social torna a Guerra Psicológica desnecessária. O grande efeito multiplicador da Engenharia Social se dá quando, suas próprias vitimas, se tornam agentes inconscientes replicadores de sua implantação. Desarmamento civil, tributação confiscatória e regramento excessivo são exemplos de ações muito comumente empregadas pela Engenharia Social. Longe de ser uma metodologia aplicada apenas em países de regimes totalitários, a Engenharia Social é muito utilizada nas sociedades de regimes democráticos, aplicada pela própria autoridade governante, visando a consecução de objetivos do governo ou de grupos ligados a este. Pode também ser inserida de fora, por governos e/ou instituições estrangeiras, dentro de um contexto de Guerra de 5ª Geração, sem o conhecimento da autoridade governante local, ou, mediante sua prévia cooptação, contando com a leniência e a cumplicidade dela. Os valores espirituais e morais de uma sociedade, assim como a sua cultura, constituem a sua linha de defesa natural, os anticorpos, ou ainda, o perímetro de defesa a ser transposto e/ou suprimido, em um contexto de Guerra Psicológica ou de implementação de Engenharia Social. Portanto, o declínio espiritual, moral e cultural facilitam a submissão social a um projeto de poder ou a uma sobreposição de projetos. Por fim, o texto acima, não tem a pretensão de abarcar todas as vertentes e complexidades da Guerra Psicológica e da Engenharia Social, mas informar, prevenir e despertar a reflexão critica diante dos cenários sociais novos que se apresentam, nos âmbitos de costumes, ideias e tendências, suscitando, por exemplo, indagações como : Por que, para que e por quem. Enos Francisco Beolchi Diretor de Estudos Geopolíticos - ADESG – SP

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Frases para Reflexão

 

Frases para reflexão de minha autoria

A Vida pode ser uma obra de arte

Desde que você não a encare

Constantemente como um jogo.

 

Uma vida sem alteração do humor é quadro em branco.

 

O problema não é ser chamada de maluca, o problema está em acreditar que a maluca sou eu.

 

Dilemas todos vivem,

Agora o que falta é conhecimento para lidar com eles.

Somos jogados no mundo muito cedo

Cobranças e muitas convenções sociais

Podem nos tornar pessoas leves ou pesadas

Tudo depende do nosso auto conhecimento

 

Refletir sobre a confiança é justamente refletir sobre uma relação que foi cultivada ao longo do tempo, não se trata de um simples contato físico ou virtual.

 

Confiança perdida, amizade quebrada

Mesmo que junte os cacos

Jamais será a mesma.

 

O perigo da mentira está em conta-la tantas vezes

Ao ponto de você acreditar que é verdade.

Ai você está vivendo na mentira de fato.

Você fica distante de você mesmo

Mentindo para você mesmo

E aí começa a loucura.

Loucura é acreditar na própria mentira.

 Cabo Frio, 30/1/23

 

Caraio, o Divino se revelou

Vou tentar me tornar uma poeta marginal... hoje foi foda e lindo de ver; me realizei através delas... marginal, à margem como sempre me senti.... Vou falar com o Marcos Rogério. Inicio de Novos Tempos....

 

 

Tenho muita coisa escrita, gostaria de compartilhar as coisas que eu escrevi. – outro sonho realizado..

 

 

O problema não é falar do outro, mas sim, como e o quê você fala do outro. As intenções valem muito.

12/4/24

 

Quando a maioria lê pouco, a leitura vira um ato revolucionário.

“Sou uma criança e não entendo nada”

“Sou errada, sou errante, sempre distante.”

Quando tudo que você tem a perder é sua alma, agarra-se a ela.

Afinal de contas

“O invisível é essencial aos olhos.”

12/4/24

 

A sociedade é o palco da hipocrisia

E nós somos os atores principais

Muitos conhecem a si próprios

Outros são estranhos a eles mesmos.

Apenas representam e nada são.

12/4/24

 

 

Perder-se na vida é muito fácil, difícil é se encontrar.

Sou uma perdida até hoje....

Quer dizer tô procurando....

Uma hora encontro alguém

Bem legal pelos bares e ares da vida.

Sonhar é muito bom

Principalmente quando sonhamos acordada.

Se der para rolar um romance

E dou o meu lance.’

 

Vistos como coisas e brevemente descartados

O que significa ser amigo no mundo virtual?

Tenho poucos amigos....

 

 

Não  fui convidada para o puteiro da vizinha

Fiquei na pista segurando vela

Em frente ao IML

3536

Né Brother

Em Terra de Ghost

Você vive no espanto!

 

 

Ainda bem que sonhar é grátis

Já pensou se tivesse que pagar para sonhar.

Agora para realizar certos sonhos

É preciso pagar

Eu pelo menos as vezes sonho acordada

E não pago nada.

13/4/24

 

 

Nada como um beijo gostoso na boca

Um beijo gostoso na boca algo me  diz

Que que é prenuncio de uma boa foda

Que venham outros beijos gostosos

Para que eu possa finalizar meu trabalho de campo

Melhor desfecho não há

Uma boa foda

Pena que ainda não consegui esse desfecho, digamos assim.....

14/4/24