Filhos de Gaia (gata desaparecida desde março de 2007)

Filhos de Gaia (gata desaparecida desde março de 2007)

sexta-feira, 6 de março de 2026

Pensamentos - Fevereiro 2026

 A vida em sociedade 

é uma verdadeira

aventura sociológica.


Só é possível construir confiança

Se a relação for saudável.


Tempos sombrios parecem

favorecer relacionamentos abusivos.


A vida é muito curta para desperdiçar

com que não sabe as múltiplas

formas de amar.


Aprendi que há pessoas que não sabem amar

e que é preciso ensinar para quem tem 

humildade em aprender.


Quem preza a liberdade

Não pode admitir

Nem permitir

Nenhuma de forma

de escravidão.


O lixo manda mensagens do

nosso estado espírito.


É preciso arte para se viver

e um exercício fisico para

se manter.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Pensamentos Diversos

 Que minhas lágrimas simbolizem

evolução espiritual e fortaleza

Que elas limpem minha alma 

dos maus pensamentos.


Viver é uma aventura rumo ao desconhecido

Mas é preciso seguir os instintos,

o coração

e a razão.


Uma vida sem as múltiplas formas de amor

É uma vida sem sentido

De gente que só olha o

próprio umbigo.


O mundo não está acabando

Nós seres humanos que estamos perdidos

neste mundo material  para preenchermos

nosso próprio vazio interno.


Poesia Marginal:

Se o mundo acabar não tem problema.

Sobrevivo

Sou uma barata boca suja


Se eles querem guerra e sangue inocente derramado.

Eu quero mais artes e esportes.


Tempos distópicos

Ser humano virou um objeto descartável

Bem vindo à distopia do 

admirável mundo novo.


Poesia Marginal:

Ordem e progresso só na bandeira

O verde é devastado

O ouro é saqueado

O azul é contaminado

O que sobra então?

Um hospício e puteiro  bem estrelado

ou bem arrombado.

Esse é meu país

que sonha com um futuro mehor

Mas é sempre maltrado e desrespeitado 

e tem seus símbolos pisoteados e pichados

E a voz do povo

silenciada e censurada.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Pequenas Reflexões

 Ninguem vai me pegar sabe porque porque é tudo ilusão. 

Sou um baú de problemas

Vivo numa família disfuncional

Fui roubada a vida inteira

Surtei aos 19 anos

Querem ganhar fama em cima dos meus surtos

Mais isso vai ser muito divertido.......

Filme: Uma surtada solta na cidade: qual das duas vizinhas? Qual das duas é mais maníaca?


segunda-feira, 20 de outubro de 2025

 Artigo – Transtorno de personalidade narcisita e abuso emocional e psicologico

Há anos venho observando um fenômeno psico-social que realmente está me preocupando e pelo qual estou passando. E eu no papel de cientista social que busca compreender pedaços da realidade, sou ciente de que a realidade de uma maneira geral parte também da maneira como o indivíduo vive e interpreta a realidade. E que logicamente não se pretende entender o fenômeno do narcisismo  na sua totalidade.  Neste  texto serão construídos argumentos que alertam para os efeitos negativos do contágio social que o transtorno de personalidade narcisista provoca. 

Não podemos perder de vista o fato de que estamos tratando de personalidade, que tem uma estreita relação com a construção da identidade que começa logo nos primeiros anos de vida ,de difícil percepção num primeiro momento. Mas com um impressionante contágio social

Após quase sete anos de abuso emocional e psicológico narcisista, passando por roteiro:  isolamento, tratamento de silêncio, calúnia, campanhas de difamação, triangulação, descarte, gaslight até mesmo invasão de privacidade. Colocar para fora de maneira racional e coerente é o mínimo que posso fazer para que eu consiga salvar a minha própria saúde mental desta confusão demoníaca causa por este transtorno de personalidade contagioso que usa o sexo como arma de manipulação e controle e tem na inveja o sentimento motor para destruir o próximo.

Trata-se também de um processo de desumanização do outro, uma vez que narcisistas carecem de empatia, compaixão e olham o próximo como objetos não como seres humanos com defeitos e qualidades. As relações são apenas utilitárias e permeadas de vibrações baixas. 

Por terem esse transtorno de personalidade apresentam dificuldades em lidar com os próprios sentimentos e capacidade de reflexão problemática, pois jamais admitem seus próprios erros, responsabilizam os demais, apresentam comportamentos infantis e vivem num eterno ciclo de culpa – vitima. São como costuma-se dizer crianças feridas que precisam de atenção e validação a todo momento. E apresentam comportamento passivo-agressivo para expressar sua raiva ou discordância de maneira muito sutil invisível para a sociedade.

 Outro ponto a ser destacado é que tem o hábito de mentir, muitos são mitomaníacos o perigo encontra-se na distorção da realidade e confusão mental que esse tipo de personalidade gera em suas vítimas. Há de se ter cuidado, pois podem acabar com a vida da vítima, uma vez que são extremamente hábeis na manipulação ao longo de todo o ciclo do abuso emocional e psicológico. 

Há vários tipos de narcisistas e não cabe aqui estuda-los, isso é tarefa da psicologia, a tarefa da sociologia é alertar para este fenômeno, uma vez que ele afeta grupos sociais e seu contágio parece ser rápido, arrisco-me a salientar que é ponerológico (gênese do mal), que atinge em cheio a psique e a saúde mental.

Este artigo veio com a intenção de apresentar apenas alguns dentre os muitos pontos a serem levantados, como por exemplo: trata-se de uma guerra psicológica. Vivenciando este abuso sinto-me dentro de um cenário de guerra psicológica (operação psicológica). E tudo me resta a fazer e manter contato zero e tornar-me uma pedra cinza. É a metamorfose ambulante.

Cabo Frio,17 de dezembro de 2025



quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Guerra Psicológica e Engenharia Social

 


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GUERRA PSICOLÓGICA e ENGENHARIA SOCIAL “Lutar e vencer todas as batalhas não é a glória suprema. A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar.” Sun Tzu


Desde os tempos imemoriais o homem procurou se utilizar de meios e expedientes psicológicos como arma contra seu inimigo. O vetor psicológico é tão antigo como a própria humanidade, foi utilizada por Ciro, o Grande, no que hoje conhecemos como Oriente Médio, por César na Gália, por Genghis Khan na Ásia e, talvez, pelo mais famoso, polemico e emblemático operador da Guerra psicológica na sua expressão mais extrema, Vlad III, também cognominado como Vlad Tepes ou Vlad, o Empalador. Defendeu a passagem que separava a Europa dos turcos Otomanos, a região balcânica da Valáquia, atualmente, o Sul da Romênia. Na Revolução Francesa as ações psicológicas adquiriram dimensões inusitadas e mais complexas, em termos de levantamento em massa, onde os fatores psicossociais passaram a ter uma influencia fundamental nas futuras decisões politicas e militares. Menos de um século mais tarde, o próprio Marx admitia que : “A guerra é militar em sua última instância, antes, ela é decidida no front econômico e psicológico.” Mais tarde, já no início do século XX, Lenin afirmaria : “Dentro de 50 anos os exércitos não terão mais necessidade de se bater, nós teremos minado suficientemente nossos inimigos para que não seja mais necessário a intervenção militar.” No entanto, até a primeira metade do seculo XIX, com raras exceções, as ações psicológicas predominantes consistiam-se de ações violentas visando à desestabilização emocional do inimigo, pelo terror. A partir do incremento dos conhecimentos da mente humana, sua estrutura psicológica e comportamental, bem como do estudo do comportamento das massas, o âmbito da Guerra Psicológica foi se abastecendo de dados advindos desses estudos e se sofisticando. Gustave Le Bon, sociólogo francês, de forma pioneira, nos estertores do século XIX, fez uma abordagem do comportamento dos grandes grupamentos humanos e dos modos de manipula-los, em sua obra “Psicologia das Massas” de 1895. Um quase contemporâneo de Le Bom, Edward Bernays, foi o autor da frase que, muito frequentemente, é erroneamente atribuída à Goebbels : “Uma mentira repetida várias vezes torna-se uma verdade”. Embora a autoria seja de Bernays, tanto Goebbels como Lenin, e tantos outros ditadores, revolucionários e manipuladores, fizeram muito uso dessa assertiva. Edward Bernays foi o idealizador pioneiro da cultura de massa. Por meio das técnicas da psicanálise, criadas pelo seu tio, Sigmund Freud, Bernays promoveu significativa mudança na sociedade ao transferir o desejo de consumo motivado pela necessidade, para o desejo de consumo motivado pelo desejo simbólico. Os símbolos são elementos importantes do arsenal da Guerra Psicológica.


A Escola de Frankfurt, fundada em 1923, em seus estudos uniu a psicanálise freudiana ao marxismo, criando assim uma poderosa ferramenta para a chamada reconstrução da realidade, instrumento muito adaptável às Guerras Psicológicas vindouras. No entanto, o grande centro de produção de armamentos psicossociais prontos e bem acabados, veio a ser o Instituto Tavistock de Londres ou, “Tavistock Institute of Human Relations”, fundado em 1946. Esse instituto, e seus congêneres, desenvolveram as técnicas (armas) psicossociais ao estado da arte e continuam a elabora-las e desenvolve-las até hoje. Na Guerra Psicológica o teatro de operações prioritário passa a não ser mais o terreno físico, mas o cérebro dos indivíduos, e o objetivo final, a sua mente. As táticas e estratégias militares convencionais são substituídas por táticas e estratégias de controle social, mediante a manipulação informativa e a ação psicológica orientada para direcionar a conduta social em massa. Os alvos já não são físicos (como na guerra tradicional), mas psicológicos e sociais. O objetivo principal já não é a destruição material, como bases militares, soldados e infraestrutura em geral, nem tão pouco o controle de áreas territoriais, mas a conquista da mente humana. O bombardeio militar é substituído pelo bombardeio midiático: os símbolos e as imagens substituem os mísseis, bombas e projéteis, do campo militar tradicional. Esses bombardeios midiáticos, por meio da inundação contínua de informações insignificantes, objetivam destruir as etapas do pensamento reflexivo, composto por - Informação, Processamento e Síntese – Pois uma mente dividida e/ou fragmenta com notícias desconectadas entre si, deixará de analisar as pertinências e razões de cada informação e se converterá em consumidor passivo de informação, um indivíduo em alienação controlada. Nesse cenário de Guerra Psicológica, as grandes cadeias midiáticas fazem o papel dos Porta-Aviões das guerras convencionais e as notícias, imagens e símbolos, devidamente manipulados, são os seus mísseis de última geração, disparados sobre os cérebros da população, agora convertidos em Teatro de Operações. A Guerra Psicológica se torna mais eficaz, se intensificada por uma guerra assimétrica (física) de baixa e média intensidade. Nesse caso, o terror e o medo serão elementos de aprofundamento do processo de fragmentação mental, facilitando o objetivo final do controle. As possibilidades de êxito de uma Guerra Psicológica são muito amplificadas se forem precedidas por um período de Engenharia Social. A Engenharia Social aplaina o terreno, preparando-o como o teatro de operações ideal de uma Guerra Psicológica.


Engenharia Social A Engenharia Social, para usar uma expressão do professor de Harvard, Joseph Nye, é a versão “soft power” da Guerra Psicológica e atua em um arco de tempo mais longo e permanente, sendo por essa razão, a ferramenta preferida dos adeptos do gradualismo da Escola Socialista Fabiana. A Engenharia Social pesquisa e aplica técnicas da psicologia avançada, para moldar as crenças e padrões de comportamento social. A Engenharia Social consiste em manipular para persuadir, é o processo artificial de construção psicossocial de regras de conduta humana para influenciar e manipular, visando o controle da sociedade. Prepara a maioria para a adoção de comportamentos programados e, na medida do possível, padronizados, induzindo opiniões e deslocando o senso comum ao longo do tempo. O emprego da Engenharia Social é feito, principalmente, por intermédio dos meios de comunicação de massa como, jornais, revistas, TV e literatura. Se bem aplicada, a Engenharia Social torna a Guerra Psicológica desnecessária. O grande efeito multiplicador da Engenharia Social se dá quando, suas próprias vitimas, se tornam agentes inconscientes replicadores de sua implantação. Desarmamento civil, tributação confiscatória e regramento excessivo são exemplos de ações muito comumente empregadas pela Engenharia Social. Longe de ser uma metodologia aplicada apenas em países de regimes totalitários, a Engenharia Social é muito utilizada nas sociedades de regimes democráticos, aplicada pela própria autoridade governante, visando a consecução de objetivos do governo ou de grupos ligados a este. Pode também ser inserida de fora, por governos e/ou instituições estrangeiras, dentro de um contexto de Guerra de 5ª Geração, sem o conhecimento da autoridade governante local, ou, mediante sua prévia cooptação, contando com a leniência e a cumplicidade dela. Os valores espirituais e morais de uma sociedade, assim como a sua cultura, constituem a sua linha de defesa natural, os anticorpos, ou ainda, o perímetro de defesa a ser transposto e/ou suprimido, em um contexto de Guerra Psicológica ou de implementação de Engenharia Social. Portanto, o declínio espiritual, moral e cultural facilitam a submissão social a um projeto de poder ou a uma sobreposição de projetos. Por fim, o texto acima, não tem a pretensão de abarcar todas as vertentes e complexidades da Guerra Psicológica e da Engenharia Social, mas informar, prevenir e despertar a reflexão critica diante dos cenários sociais novos que se apresentam, nos âmbitos de costumes, ideias e tendências, suscitando, por exemplo, indagações como : Por que, para que e por quem. Enos Francisco Beolchi Diretor de Estudos Geopolíticos - ADESG – SP


quarta-feira, 23 de julho de 2025

Reflexões

Eu sei que já não podemos pensar...

Cuidado com a patrulha do pensamento único... 


O tempo mostrou que o Brasil está virando um hospício

 E puteiro a céu aberto. 

Somos governados por psicopatas.

E agora vivemos de fato a cleptoditaura

Iludidos, ainda esperamos uma migalha. 


Responda-me doutor:

É esse o país que você vai deixar para as futuras gerações?

Ainda acredita no Brasil?

E a história se repete

“Ame-o ou Deixe-o.”


domingo, 13 de julho de 2025

Romance no século XX e no XXI - Uma breve reflexão

 Romance século XX e XXI – Uma breve reflexão

Hoje em dia as pessoas não sabem mais paquerar. Hoje em dia tudo começa pelas redes sociais  e depois vai para o mundo real.  (há casos ao contrário, lógico) Sou do século passado e não entendo como isso pode ocorrer antes do contato físico. Nada substitui o contato físico. O século passado não tinha este tipo de celular com tantas funções, no século passado tudo partia do contato físico no mundo real, com a paquera, que é um estágio gostoso do envolvimento com o outro. 

O politicamente correto e o feminismo estão conseguindo eliminar este estágio tão gostoso. E parece estar acabando pouco a pouco acabando com o romantismo e com o cavalheirismo também. Em tempos de ódio, não adianta falar se o outro não quer escutar, ele não vai te ouvir. E os relacionamentos estão cada vez mais difíceis.

Se no século XX tivemos o privilegio de viver romances, no século XXI o gênero literário é outro.