À Coordenadoria da Baixada Litorânea I
De : Djane Bouças de Carvalho Britto – número da matrícula xxxxxxxx
Venho por meio desta reafirmar minha posição com relação ao comunicado que me foi passado de maneira informal pela diretora *****, ****, referente à disciplina de Filosofia e respectivamente sua nova carga horária, nos moldes da nova matriz curricular.
Tendo em vista o comunicado que recebi de maneira informal e indireta do inspetor, xyz, através da diretora ****, segundo o qual não tenho autorização para lecionar aulas de filosofia no Ensino Médio, no caso na EJA, reafirmo aqui minha posição quanto a colocação do inspetor xyz. De fato, legalmente não tenho autorização, uma vez que não sou formada em Filosofia logo não sou licenciada, sou apenas licenciada em Sociologia. Por esta razão, enfatizo nesta carta o meu desejo de não mais dar aulas de Filosofia para o Estado do Rio de Janeiro em quaisquer série ou fase e colégio, e reitero minha vontade em permanecer somente com as cargas horárias referentes à Sociologia, no ***** e complementando-as preferencialmente no *****, onde leciono esta disciplina deste 2008.2.
Vale registrar que o tratamento do inspetor xyz com relação à professora em questão pode ser caracterizado como assédio moral, dado que esta professora está em Estágio Probatório. Cumpre salientar também, que é de conhecimento geral que há no Magistério do Estado do Rio de Janeiro, professores de História que lecionam Sociologia e Filosofia. Sendo assim, esta carta tem como objetivo reafirmar formalmente a posição da professora em questão em não dar mais aulas de filosofia no magistério estadual, tendo em vista que esta está sofrendo assédio moral, porém não tem como provar.
De : Djane Bouças de Carvalho Britto – número da matrícula xxxxxxxx
Venho por meio desta reafirmar minha posição com relação ao comunicado que me foi passado de maneira informal pela diretora *****, ****, referente à disciplina de Filosofia e respectivamente sua nova carga horária, nos moldes da nova matriz curricular.
Tendo em vista o comunicado que recebi de maneira informal e indireta do inspetor, xyz, através da diretora ****, segundo o qual não tenho autorização para lecionar aulas de filosofia no Ensino Médio, no caso na EJA, reafirmo aqui minha posição quanto a colocação do inspetor xyz. De fato, legalmente não tenho autorização, uma vez que não sou formada em Filosofia logo não sou licenciada, sou apenas licenciada em Sociologia. Por esta razão, enfatizo nesta carta o meu desejo de não mais dar aulas de Filosofia para o Estado do Rio de Janeiro em quaisquer série ou fase e colégio, e reitero minha vontade em permanecer somente com as cargas horárias referentes à Sociologia, no ***** e complementando-as preferencialmente no *****, onde leciono esta disciplina deste 2008.2.
Vale registrar que o tratamento do inspetor xyz com relação à professora em questão pode ser caracterizado como assédio moral, dado que esta professora está em Estágio Probatório. Cumpre salientar também, que é de conhecimento geral que há no Magistério do Estado do Rio de Janeiro, professores de História que lecionam Sociologia e Filosofia. Sendo assim, esta carta tem como objetivo reafirmar formalmente a posição da professora em questão em não dar mais aulas de filosofia no magistério estadual, tendo em vista que esta está sofrendo assédio moral, porém não tem como provar.
Por meio desta carta (formal) venho por fim defender-me desta decepção e de possíveis outras que posso vir a ter dentro do Magistério do Estado do Rio de Janeiro, já que ainda estou em estágio probatório.
Convém advertir à coordenadoria que sinceramente não sei o nome do respectivo inspetor, o que significa que fui avaliada segundo critérios que desconheço totalmente, por uma pessoa que também desconheço absolutamente. Decididamente é uma falta de respeito para com os professores que ali chegaram por seus próprios méritos e levam o magistério estadual a sério.
Cordialmente,
Cabo Frio, dia 23 de dezembro de 2009
Cordialmente,
Cabo Frio, dia 23 de dezembro de 2009


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