Elizabeth
Noelle-Neumann
A Espiral do silêncio
A espiral do silêncio. Opinião: nosso papel social
Inspirada a partir das exposições
clássicas ou conceitos clássicos de opinião público, pretendo fazer uma
pesquisa empírica sobre o processo de formação desta, a qual parte da
observação que um indivíduo faz de seu entorno social.
Entre os diferentes exemplos anteriores,
de Tocqueville, Tonnies, Bryce y Allport, apenas Allporta apresenta o exemplo
de um processo de formação da opinião pública: a pressão que se exerce sobre os
habitantes de um bairro para que despejen
de nieve sus aceras. Este exemplo nos mostra que as convenções sociais, os
costumes e as normas junto com as questões políticas, estão entre as
“situações” e as “proposições de significação” capazes de multiplicar as
posturas públicas.
Se a opinião pública é o resultado da
interação entre os indivíduos e seu entorno social, deveríamos encontrar em
execução os processos que Aschs y Milgran confirmaram de modo experimental. Para não sentir-se sozinho, isolado, um
indivíduo pode renunciar a seu próprio juízo. Esta é uma condição de vida em
uma sociedade humana; se for de outra maneira, seria impossível a integração.
Esse medo ao isolamento (não é só o medo
que o individuo tem de o excluíram mas este indivíduo pode também começar a
duvidar sobre a capacidade de seu juízo) é parte integrante, segundo os outros,
de todos os processos de opinião pública. Aqui está o ponto vulnerável , ponto
fraco do in-divíduo; pois os grupos sociais podem castiga-lo por não saber se
adaptar ao grupo. Há uma ligação bem estreita entre os conceitos de opinião
pública, sanção e castigo.
Mas em que momento um individuo se
encontra isolado? É aquele individuo que tenta descobrir mediante um “organo
cuasiestadístico” que ao observar o
seu entorno social “,estimar la” distribuição
das opiniões a favor ou contra suas ideias, - “estimar la distribución de las opiniones a favor o en contra de sus
ideias, pero sobre todo al evaluar la fuerza y el caráter movilizador y
apremiante, asi como las possibilidades de êxito, de ciertos puntos de vista e
de ciertas propuestas.”
Isto é especialmente importante quando
numa situação de instabilidade, o indivíduo está dentro de uma luta diante de
proposições opostos e que se vê obrigado a tomar partido. Pode estar de acordo
com o ponto de vista dominante, o qual reforça a confiança em si mesmo e o
permite expressar-se sem reticências e sem correr o risco de ficar isolado diante daqueles que têm pontos de
vista diferentes. Mas o contrário, pode
advertir/ admitir que suas convicções perdem terreno (estão perdendo terreno);
quando mais isso acontece, menos seguro o individuo estará de si e menos
propenso estará a expressar as suas opiniões. Não falamos dos 20% referentes
aqueles sujeitos da experiência de Asch cujas convicções seguem inquebráveis,
mas dos 80% restantes. “Estas conductas
remitem, pues, a la imagem cuasiestadística que se forma el individuo de su
entorno social en términos de reparto de las opiniones.” . A opinião pública dividida se afirma com
mais frequência e com mais segurança; escuta-se o outro cada vez menos. Os
indivíduos percebem estas tendências e consequentemente adaptam-se as suas
tendências. A tendência em expressar –se em um caso e a guardar silêncio em
outro, gera um processo em espiral que gradualmente vai instalando criando uma opinião dominante.
Basándonos
en le concepto de un processo interactivo que genera una “espiral” del
silencio, definimos la opinión pública
como aquella que pude ser expressada en público sin riesgo de sanciones, y en
la cual
puede fundar se la acción llevada adelante en público.
Estudo realizado no dia
15.04.2017
Expressar ou dar uma opinião oposta e
efetuar (por em prática) uma ação pública em seu nome significa correr perigo
de ver-se isolado. Em outras palavras,
podemos descrever a opinião pública como a opinião dominante que uma
postura e uma conduta de submissão, uma
vez que ameaça com isolamento o individuo rebelde, e ameaça ao politico coma
perda do apoio popular.”Por esto, el
papel activo de iniciado de un proceso de formación de la opinión queda reservado para cualquiera
que pueda resistir a la amenazza de aislamiento.” –p2
Encontramos entre os autores clássicos
aqueles que escreveram sobre a opinião pública e mencionaram que a opinião
pública é um assunto de palavra e silêncio.
Tonnies ecreve: “A opinião pública sempre
pretende ser autoridade. Exige o consentimento. Ao menos obriga o silêncio “o a evitar que se sostenga la
contradicción”. Bryce fala de uma
maioria que fica em silêncio por se sentir-se vencida.: “O fatalismo da
multidão não depende de uma obrigação moral ou legal. Trata-se de uma perda da
capacidade para resistir, de um sentido debilitado da responsabilidade pessoal
e do dever de combater com as próprias opiniões.”
O processo de formação da opinião pública
fundado na “espiral do silêncio” foi descrito por Toequeville, em seu livro – O
Antigo Regime e a Revolução.
Tocqueville, ao mostrar que o desprezo pela religião se converte em uma
atitude amplamente difundida e dominante durante o século XVIII francês, e
apresenta a seguinte explicação: la
Iglesia francesa “se volvió muda”: “Los hombres que conservaban la antigua fe
termieron ser los únicos que seguían fieles a ella y , más amedrentados por el
aislamiento que por el erro, se unieron a la multitud sin pensar como ella. Lo
que aún no era más que el sentimento de uma parte de la nación pareció entonces
la opinión de todos, y desde esse momento pareció irresistible ante los mismos
que le daban esa falsa apariencia.”
Antes de submeter à prova esse modelo
interativo do processo de formação da opinião pública, cinco hipóteses serão
expostas.
1.”Los indivíduos se forman uma idea del reparto y del éxito de las
opiniones dentro de su entorno social.”Observam quais são os pontos de
vista que pedem força fuerza y caules
decaen. – quais são os pontos de vista fortes e os fracos. Este é um
requesito para que exista e se desenvolva uma opinião pública, entendida como a
interação entre os pontos de vista do indivíduo e daqueles que estão ao seu
entorno. A intensidade da observação do seu entorno por parte de um determinado
indivíduo varia não só de acordo com os seus interesses por tal ou qual assunto
em especial “sino también según pueda o
no ser a impelido a tomar partido publicamente respecto de eso.” –p.2
2. A disposição de um
individuo em se expor ao público o seu ponto de vista varia de acordo as
diferentes opiniões no seu entorno social –
>estudo realizado no dia
16.04.2017
2. La disposición de un individuo a exponer en público su punto de
vista varía según la apreciación que hace acerca del reparto de las opiniones
en su entorno social y de las tendências que caracterizam la fortuna de essas opiniones.
Estará tanto mejor dispuesto a expresarse que piensa que su punto de vista es,
y seguirá siendo, el punto de vista dominante; o si bien aún no es dominante,
comienza a expandirse com creces. A maior ou menor disposição que um
indivíduo tem em expressar uma opinião – influye
em su apreciación del favor que hallan las opiniones que Suelen exponerse enn
publico.
3.Se pude deducir de esto que si la apreciación del reparto de una
opinión está en flagrante contradicción con su efectiva distribución es porque
- a opinião cuja força se sobrepõe é
aquela que mais se expressa com mais frequência em público.
4. Hay umna correlación positiva entre la apreciación presente y la
apreciación antecipada: se uma opinião é considerada dominante, é plausível
pensar que ela continuará sendo no fuduto (e vicer-versa). Esta correlação, no
entanto, pode variar. Quando mais débil, mais fraca é, mais a opinião pública encontra-se um
processo de troca.-Cuanto más débil es,
la opinión pública más se enreda en un proceso de cambio.
5. Si la apreciación de la fuerza presente de una opinión determinada
difiero de la de su fuerza futura, lo que determinará el punto hasta el cual el
individuo este dispuesto a exponerse será la previsión de la situación futura,
pues se supone que la mayor o menor buena disposición de um indivíduio depende
su temor a encontrarse aislado, del temor a ver sua confianza quebrantada en
si, en caso de que la opinión mayoritaria o la tendência de ésta no confirmara
su próprio punto de visa. Si está convencido de que la tendência de la opinión
va en su misma dirección, el riesgo de aislamiente es mínimo.
Nesta brincadeira a maioria
dos indivíduos têm medo de se expor suas próprias opiniões em público, ao que
tudo indica o maior medo é do isolamento. A questão é: mesmo que este indivíduo
não concorde com a opinião pública seu medo é proporcional a sua confiança;
mesmo que a opinião da maioria ou a tendência não confirma seu próprio ponto de
vista. Agora se o indivíduo está convencido que a tendência da opinião vá em
sua dieção, o risco de ver-se isolado é mínimo.
Para provar tais hipótese uso como provas
pesquisas sobre variados temas, organizadas pelo Instituto fur Demoskopie
Allenbasch, entre os anos de 1971 e 1972. Estas pesquisas representam um total
de 1000 a 2000 entrevistas, feitas por meio de questionários que refletem
amostras representativas da população. Formularam-se quatro tipos de perguntas:
a)preguntas sobre la opinion del entrevistado, concernentes a temas
controvertidos (una persona o una organización, un tipo de conducta, una
propuesta);
b)preguntas sobre el punto de vista del entrevistado, referidas a lo
que la mayoría (“la mayor parte de los alemanes occidentales”) piensa sobre un
tema;
c)preguntas referentes a la evolución de la opinión en el porvenir;
d)preguntas relacionadas con la disposición del entrevistado a tomar
partido publicamente. Pro eso les pedí a los entrevistados que imaginaran una
conversación vinculada con un tema controvertido entre los pasajeros de un tren
de línea principal y que indicaran si intervendrian o no, y de qué manera, en
semejante conversación. – p.3
>estudo realizado no dia
17.04.2017
Deste modo os entrevistados foram
submetidos a doze temas que mais ou menos davam lugar a controvérsias:
- a lei sobre o aborto (abril
de 1972)
-o nível máximo (repreensível)
de porcentagem de álcool no sangue dos motoristas de automóvel (abril de 1972)
-a pena capital (junho de
1972)
-a união livre (setembro de
1972)
-os castigos corporais às
crianças (novembro de 1972)
- os trabalhadores
estrangeiros da República Federal (maio de 1972)
-o triunfo social (agosto de
1972)
- os tratados de Moscou e da
Varsóvia ( maio de 1972)
- o reconhecimento da RDA (fevereiro
de 1971)
- a proibição do Partido
Comunista (setembro de 1972)
- a influência crescente de
Franz Josef Strauss (outubro/novembro de 1972)
- Vocês apoiam Willy Bradt
como chanceler? (outubro de 1972)
Como podemos ver na Tabela 1 (vide anexo
no final), a disposição em discutir sobre um tema em público varia segundo o
sexo, a idade, la profissão, a renda e o lugar de residência (onde mora). Os
homens, as categorias mais jovens e as classe média e alta expressam-se de
maneira com más gusto. Estas mesmas
discrepâncias /diferenças são encontradas a respeito de todos os demais
resultados da investigação. Por isso pus-me a examiná-los sem fazer distinções
entre estes subgrupos demográficos.
Se
hizo uma comparação entre os grupos que pessoas que compartilham uma mesma
visão sobre a evolução da Alemanha. Pensam que a República Federal se encaminha
ao socialismo. A diferencia entre estes grupos é que um apoia/concorda
com isto; e o outro não. Os resultados mostram diferenças de grau na propensão
em expressar-se em cada um dos grupos. A “facción
preocupada” é na realidade numericamente mais importante que a “fracción
triunfante”, mas a tendência desta maioria de ficar em silêncio é
considerável e da a impressão de uma “maioria silenciosa”.
Convém agora examinar a propensão da
expressão do grupo que apoia/ se alegra pelo avanço do socialismo, isto se deve
por um interesse mais pronunciado pela política. O resultado foi que a
tendência em se falar da “facción
victoriosa” e a tendência em ficar
em silêncio da “facción perdedora” é evidente tanto no que se refere ao interesse
pela política como naqueles que não tem interesse política.
>estudo realizado no dia
18.04.2017
Se os partidários das teses da esquerda
parecem mais inclinados que os conservadores “a situarse en la brecha” –p4, é porque suas previsões sobre a
evolução dos acontecimentos revelaram-se
corretas. A respeito desta questão
realizou-se uma pesquisa (entrevista/ amostra)
sobre o reconhecimento da RDA. A investigação (a pesquisa) realizada em
1971, um ano antes da formalização do Tratado entre a República Federal da
Alemanha e a República Democrática da Alemanha. Nesta pesquisa realizada em
1971, em linhas gerais observou-se que havia quantidades iguais de pessoas a
favor e contra ao reconhecimento deste Tratado.
E havia pouca diferença entre ambos os grupos, quando estes eram
perguntados se achavam que eram maioria na população. A diferença aumentava no
momento em que os grupos eram interrogados sobre o que esperavam , ou quais
eram as expectativas de uma evolução crescente em seus grupos. O que pensaram
que eram maioria tinham a clara impressão de que o tempo lhes daria a razão.
Nesta série de pesquisa (provas,
entrevistas), os exemplos modificaram as hipóteses do silêncio. Em dois
temas, as partes perdedoras (minorias
que variavam entre 17% a 25% , frente a maiorias que variavam de 53% a 61%)
mostraram uma disposição a estar do lado da minoria, (menos igual) – “muestran una disposición a tomar partido
por lo menos igual, si no superior, a la de la mayoría.” (p.4) Tratavam-se me minorias opostas aos Tratados
de Moscou e Varsóvia que apoiavam o político conservador Franz Josef Strauss.
Estes resultados sugerem que por trás de um longo combate, uma pequena parcela
(facción minoritária) pode ficar reduzida a núcleo compacto cujos
membros não estão dispostos a adaptarem-se, nem a mudarem de opinião , “o incluso” ficar silêncio frente a opinião pública. Alguns membros deste grupo são capazes de
enfrentar seu isolamento. Em sua maioria, podem seguir mantendo seus pontos de
vista apoiando-se em um círculo seletivo e elegendo “los médios de los que se dispone.” – p4
Para chegar uma confirmação inequívoca
sobre a hipóteses 3 mais estudos seriam necessários. “En especial habría que examinar la diferencia entre los repartos
reales y supuestos de la opinión.” – p4
É preciso também saber se a percepção das entrevistas expressas em
público com maior frequência se relaciona com o opinião do mesmo entrevistado e
com a confirmação de que sua opinião é a mesma da opinião dominante. Tenho a
hipótese de que em processos de formação de opinião a observação que um
indivíduo faz sobre as mudanças/transformações em seu entorno ocorre antes das mudanças de sua própria
opinião. Deste modo, meus estudos têm
mostrado um “cambio en la voluntad de
votar durante la campana de las elecciones de 1972 a favor de la opinión que se
presentaba publicamente con la mayor fuerza.” –p4. El balanceo o equilíbrio parece estar mais marcado entre
as mulheres, que se sente menos seguras em opinar sobre matéria política.
Basándonos
en esta comprobación de un efecto diferido de la previsión de los resultados de
una elección acerca de las intenciones de voto, examinemos el valor predictivo
de la hipótesis del silencio” –p4
>estudo realizado no dia 25.04.2017
As ponderações sociográficas
(sociogeográficas) habituais sobre a distribuição das opiniões na população
devem ser completadas com perguntadas que levem em consideração as opiniões do
entorno – Quais são as opiniões que predomina e quais ganharam terreno? – assim
como perguntas acerca da disposição do entrevista em defender determinado ponto
de vista em público.
Tendo em mãos semelhante (certas
informações) informação é possível considerar, na análise de um grupo, a
opinião de parâmetros tais como a confiança que tem em si mesmo (de acordo com
sua segurança (“de acuerdo con su
seguridade de tener consigo o no a la mayoría presente o futura), assim
como sua inclinação a defender certo ponto de visa em público. Partindo dos resultados destas
análises podemos deduzir que podemos contar com uma mudança na opinião pública.
Quais são as opiniões que defenderiam ser difundidas e quais deveriam cair (ou
ser silenciadas)? “Cuál es la forma de la
presíon conformista?” –p.38 . Então é possível fazer previsões, tais como:
- Se uma maioria se considera
minoria, pode ser que ocorra o processo contrário, ou seja , uma maioria
tornar-se minoria. Pode ocorrer também o inverso – se uma minoria é vista como
maioria , poderá aumentar.
- Se os membros de uma maioria
não calculam a força desta maioria, a força de sua opinião ao longo do tempo
como ela se mantem, pode ocorrer um fracasso. Pode acontecer também , que a
crença num crescimento favorável
compartilhada por muitos, seus membros precisaram de muito tempo para
mudarem de opinião.
- “Si la inseguridad en cuanto a lo que es la opinión dominante, o lo que
será, aumenta, es porque está ocurriendo un cambio profundo en la opinión
dominante.” – 39
- Se duas facções (opiniões diferentes) se distinguem claramente
por sua respectiva disposição em expor seus pontos de vista em público, o lado
que mostre maior disposição será talvez o que predomine no futuro.
>estudo realizado no dia
26.04.2017
Combinando estas ponderações, podemos
concluir que uma minoria convencida de sua força, de seu predomínio futuro e,
por conseguinte disposta a expressar-se, poderá tornar sua opinião dominante,
principalmente se combate uma maioria que duvida de seus próprios pontos de
vista mesmo que esta siga vencendo no futuro, mas não tanto disposta a
defende-los em público. A opinião desta
minoria se converte em uma opinião que mais a frente não pode se contradizer
sem correr o risco de cair em alguma sanção. Deste modo passa da hierarquia,
muda de posição deixa de ser simples opinião de uma parte da população para
tornar-se opinião pública.
Este tipo de análise pode ser aplicar à
previsão das opiniões políticas, às tendências de moda, a evolução dos costumes
e das convenções sociais, e decidir – determinar vários aspectos dos quais a
atitude , a conduta do indivíduos estejam determinados pela relação de suas
próprias convicções e o resultado da observação do seu entorno social. Na minha opinião, esta interação é o
principal aspecto do processo de formação da opinião pública. A
importância do papel da observação do entorno faz com que todas as
potencias sobre a opinião pública –“La
importância del papel de la observación del entorno hace que todas las
potencias sobre la opinión pública sólo valgan para períodos y sítios
determinados.” –p39
Se suele afirmar que los
médios de comunicación massiva influyen enn la opinión pública pero enn
realidade esta relación no es para nada clara. – p .39
Os meios de comunicação de massa
pertencem ao sistema através do qual o individuo consegue se informar sobre o
seu entorno. “Respecto de todas las
preguntas que no atanen a su esfera personal, depende casi totalmente de los
médios de comunicación massiva tanto en lo que se refiere a los hechos mismos
como a la evaluación del clima de la opinión. Por regla general reaccioanrá
ante la presión de la opinión en la forma en que ésta há hecho pública (o sea
publicada).-p39. É preciso investigar sobre o modo como uma opinião sobre
uma pessoa ou um tema específico chega a prevalecer a partir do “a partir del sistema de los médios”. Quais são os fatores que facilitam este
processo, e quais são os fatores que o inibem?
Este processo depende das convicções dos periodistas? Está vinculado com
as obrigações de trabalho do periodista? Os partidários das opinião dominante
ocupam dentro do sistema dos meios (de comunicação) os postos chave que lhes
permitem manter a distância dos grupos considerados numericamente do
contra/contrários?
Não pode estudar a influencia dos meios
de comunicação de massiva na opinião pública sem levar em conta um /o conceito
operatório da origem da opinião pública.
Neste sentido, a “espiral do silêncio” é um conceito para estudar este
fenômeno da origem da opinião pública.
As perguntas que plantea são as
seguintes: Quais são os temas que os meios de comunicação de massa apresentam/
consideram como opinião pública (função
de agenda) e entre estes, quais são os temas privilegiados? Para quais pessoas
e que argumentos são usados para dar – “A
qué personas y a qué argumentos se confiese un prestigio especial y se
profetiza una importância futura”? Há unanimidade na apresentação dos temas,
e na sua urgência, en la anticipación de
su futuro?
A pergunta
acerca de saber se os meios de comunicação antecipam a opinião pública
faz parte das discussões científicas há muito tempo. Segundo o mecanismo
psicossocial que lhe temos chamado “a espiral do silêncio”, convém ver os meios
de comunicação de massa como criadores de opinião pública. Constituem o entorno
cuja pressão desencadeia a combatividade, a submissão e o silêncio. – “La pregunta acerca de saber si los médios
anticipan la opinión pública o si solo la reflejam constituye el centro de las
discusiones cientificas desde hace ya mucho tempo. Ségun el mecanismo
psicossocial que hemos llamado “la espiral del silencio”, conviene ver a los
médios como creadores de la opinión pública. Constituyen el entorno cuya
presión desencadena la combatividade, la sumisión o el silencio.”-p5
>estudo realizado no dia
28.04.2017
“Tenho experimentado a espiral do silêncio
em meu clube.” “Tenho visto ela funcionar em minha equipe de voleibol.” “As coisas
são exatamente assim em minha empresa.” -
A gente confirma desta maneira o conceito de espiral do silêncio. E é o que nos cabia esperar, pois há inúmeras
ocasiões para observar essa conformidade de comportamento humano. As
experiências que todos temos em pequenos grupos formam parte do processo.
Quando a opinião pública está em formação, a comprovação por parte dos
indivíduos observadores de experiências idênticas ou similares nos diferentes
grupos leva a supor que “todo mundo” vai pensar igual. “Sin embargo, cuando la espiral del silencio empieza a desarrollarse en
público sucede algo único”-p5 O que
dá uma força irresistível ao processo é seu caráter público. O elemento da
atenção pública entra no processo com máxima eficiência através dos meios de
comunicação de massas. De fato, os meios
de comunicação encarnam a opinião pública, uma “publicidade” informe, anônima,
incansável e inflexível.
La sensación de impotência antes los médios de Comunicación
A sensação de impotência
perante os meios de comunicação.
A comunicação pode dividir-se em
unilateral e bilateral (uma conversação por exemplo, bilateral), direta e
indireta (uma conversação é direta), pública e privada (uma conversação pode
ser só privada). Os meios de comunicação
de massas são formas de comunicação unilaterais, indiretas e públicas. Contrastam portanto, de inúmeras com a forma
de comunicação humana mais natural, a conversação. Por isso os indivíduos se sentem desvalidos, (sozinhos?) perante os meios
de comunicação. Em todas as pesquisas em
que se pergunta a pessoas que tem muito poder na sociedade atual, os meios de
comunicação aparecem nos primeiros lugares. Esta impotência se dá duas
formas. A primeira ocorre quando uma
pessoa tenta conseguir a atenção pública (no sentido de Luhmann), e os meios de
comunicações através de seus processos de seleção não lhe dão atenção. O mesmo
acontece quando se realizam grandes esforços para que a atenção pública se fixe
numa ideia, numa informação ou num ponto de vista. “Esto puede desembocar en un estalido desesperado en presencia de los
guardianes que han denegado el acceso a la atención pública: uno tira un bote
de tinta a un Rubens en el museo de aarte de Munich; otro arroja una botella de
ácido contra un Rembrandt en un museo de Amsterdam, otro secuestra un avión
para que la atención pública se fije en un mensaje o en uma causa.” – p6
O segundo aspecto da impotência entra em
jogo quando se usam os meios de comunicação de massa como uma picota
; quando orientam a atenção pública
anônima, para um individuo que entrega o outro como um bode expiatório
para ser “exibido”. Não podendo este defender-se. Não podendo desviar-se das pedras e das
flechas. As formas de réplicas são
grotestacas por sua debilidade, “por su
torpeza en comparación con la tersa objetividade de los médios”. Os que aceitam voluntariamente aparecer em um
debate ou em uma entrevista de televisão sem pertencer ao círculo interior dos
“cancerberos” dos meios de comunicação estão metendo suas
cabeças dentro da boca do tigre.
Un nuevo punto de partida para la investigación sobre los efectos de
los médios
Um novo ponto de partida para
a investigação sobre os efeitos dos meios de comunicação.
>estudo realizado no dia
03.05.2017
A atenção pública pode experimentar-se
(ser analisada) a partir de ponto de vista diferentes: a do indivíduo exposto a
ela, e a do indivíduo que é ignorado por ela. – que acabamos de descrever
Dia09.05.2017
E também a partir da perspectiva de um
acontecimento coletivo, quando milhares de pessoas observam seu meio e falam ou
permanecem caladas, criando assim a opinião pública. A observação do entorno
tem duas fontes, dos manantiales que
nutrem a opinião pública: de um lado o indivíduo observa diretamente seu meio;
por outro lado, ele recebe a informação sobre o seu meio através dos meios de
comunicação. Atualmente a televisão crea, con el color y el sonido, uma
grande confusão entre a própria observação e a observação mediada pelos meios.
“Boa Tarde”, diz o homem do tempo ao comentar sobre a informação metereológica.
“Boa tarde”, responderão os hóspedes de um hotel que estão de férias.
A gente leva muito tempo questionando os
efeitos dos meios comunicação acreditando que há uma relação muito simples e
direta entre a causa-efeito. Supõem-se que as afirmações transmitidas por
qualquer meio de comunicação geram mudanças de opiniões – o que também seria um
efeito – reforçam a opinião da audiência. A relação entre os meios de
comunicação e a audiência pode ser comparada com uma conversa privada entre
duas pessoas, uma delas diz algo que pode ser reforçado ou combatida. A influência real dos meios de comunicação é
muito mais complexa e muito diferente do modelo de conversa privada/
individual. Walter Lippmann nos ensinou
mostrando que os meios de comunicação graban
os estereótipos através de inúmeras repetições, e que estes servem de ladrillos do “mundo intermediário”, da
pseudorealidade que surge entre as pessoas e o mundo objetivo exterior. Esta é
a consequência da “función del agenda-setting
de Luhmann”, a seleção daquilo que o público deve assistir, daquilo que
deve ser considerado urgente, dos assuntos que devem ser mais importantes para
todos. Todo resto é decidido pelos meios de comunicação.
Ademais, os meios de comunicação
influenciam a percepção individual do que “puede
decirse o hacerse sinn peligro de aislamiento” –p6 e ee por último,
encontramos algo que poderia ser chamado da função da articulação dos meios de
comunicação. Este faz com que retornemos
ao ponto de partida da nossa análise sobre a espiral do silêncio, “el test del tren como situación
paradigmática de un pequeno grupo en el que se crea opinión pública mediante el
habla y la resistência a hablar.”
–p6
Mas por hora vamos seguir com o tema: de
como as pessoas experimentam (sentem) o clima da opinião através dos meios de
comunicação.
El conocimiente público legitima
O conhecimento público
legitima
Todos que lerem as reimpressões do
“memoral”, que hizo –p6 público um grupo de estudantes por ocasião da
morte de Buback , um fiscal federal assassinado por terroristas em 1977, sabiam
que a reimpressão não pretendia apenas documentar. O texto assinado com o pseudononimo
“Mescaleros”, voltou a ser publicado , evidentemente, para que o máximo de
pessoas pudessem le-lo e formasse uma opinião sobre ele. A publicidade ativa que acompanhou sua
reimpressão mostrou o impacto do texto. Apesar de tímidos comentários editoriais
condenatórios, que apenas ocultavam uma aprovação subjacente, “la publicidade produjo la impresión de que
se podia estar secretamente satisfecho por saber que unn fiscal federal hubiera
sido assinado, y que esto podia expresarse publicamente sinn correr riesgo de
aislamiento.” –p6 . Algo semelhante acontece sempre que uma conduta
considerada tabu se torna publica. – “por
el motivo que sea – sin que califiquem de mala, de algo a evitar o a empicotar.
-p6. É muito fácil saber se nos encontramos com uma notoriedade que
estigmatia ou com uma perdona un
comportamento. “Dar a conocer una
conducta que viola normas sin censurarla energicamente la hace más adecuada
socialmente, más aceptable. Todos puedem ver que esa conducta ya no aisla. Los
que rompen normas sociales anhelan conn frecuencia recibir las mínimas muestras
de simpatia pública. Y su avidez está justificada, porque de esse modo la
regla, la norma, queda debilitada.” –p 7 e 8
>estudo realizado no dia
09.05.2017
La opinión Pública tiene dos fuentes: uma de ellas, los médios de
comunicación
A opinião pública tem duas
fontes: uma delas, os meios de comunicação
No início de 1976, meio ano antes das
eleições federais da Alemanha, pela primeira vez se montou todo um instrumental
de investigação demoscópica disponível para acompanhar o desenvolvimento
do clima da opinião e o mapeamento das intenções de voto a partir da teoria da
espiral do silêncio. O principal método usado foi a la entrevista repetida de unna muestra representativa de votantes, lo
que se llama tecnicamente unn estúdio panel. Foram realizadas também, entrevistas/
pesquisas representativas normais para não se perder o que ia se sucedendo. Foram realizadas entrevista a
periodistas, e programas políticos foram gravados nos canais nacionais de
televisão. Mostraremos aqui apenas uma
pequena parte do total desse esforço , para mostrar como a teoria da espiral do
silencio orientou a investigação empírica (Noelle-Neumann 1977b; 1978;
Kepplinger 1979; 1980ª).
Haviamos elaborado perguntas pertinentes
às eleições federais de 1965. Estas se referiam às intenções de votos dos
entrevistados, suas crenças sobre o possível vencedor, sua disposição em
demonstrar publicamente suas preferências políticas, seu interesse por política
em geral y su grado de utilización de los médios de comunicación (periódicos y
revistas leídos –y televisión vista -), con una atención especial a los
programas políticos de televisión.
Cambio súbito del clima de opinión antes de las elecciones de 1976
Súbita mudança de clima na
opinião antes das eleições de 1976
Em julho, em plena temporada de férias,
chegou ao Instituto Allensbach uma remessa de questionários contestados. Faziam parte da segunda
onda de um panel de aproximadamente 1.000
votantes representativos de toda a
população da Alemanha Ocidental. Naquela época eu estava em Tessin (Suissa)
desfrutando dos dias ensolarados de verão e me recordo vivamente do contrate
entre as grandes hortas verdes do vinhedo e a mesa de granito sobre a qual
estavam os resultados das pesquisa. Faltavam poucos meses para as eleições e
não era o momento de abandonar completamente o trabalho. De los
impresos se desprendia algo conn claridade:
la medición más importante, la pregunta sobre la percepción que la gente
tenia del clima de opinión, mostraba unn dramático descenso de los
cristianodemócratas. La pregunta era ésta: “Por supuesto nadie pude estar
seguro pero - ? quíen cree usted que va a ganhar las próximas elecciones
federales? Quíen va a recibir más votos, la Unión Cristianodemócrata o el
Partido Socialdemócrata, - Partido Demócrata Libre?” Em março de 1976, os entrevistados da pesquisa
/amostra havia dado uma vantagem de 20 por cento à União Cristianodemocrata,
esperando que este ganhasse as eleições; mas agora a sensação havia mudado pois
há uma diferença de 7 que separa as estimativas entre a Unión
Cristianodemocrata e o Partido Social Democrata- Partido Democrata Livre. Poco
después el Partido Socialdemócrata- Partido Demócrata Libre alcabzaba a la
Unión Cristianodemócrata. (tabela 2, no final do capítulo).
Minha primeira suposição foi que os que
apoiavam os cristianodemocratas havia se comportado igual às eleições de 1972,
permanecendo publicamente em silêncio e não demonstrando, incluso
una vez empezada la campana electoral, caules eran sus convicciones.
p-8
>estudo realizado no dia
12.05.2017
Eu sabia que a jefatura da campanha de
todos os partidos políticos, incluindo ai a União Cristianodemocrática, tinha
tentado convencer, fazer com que os seus votantes (eleitores) proclamassem sua
posição publicamente; mas, como sabemos as pessoas são precavidas e medrosas.
Telefonei para Allensbach e perguntei pelos resultados das perguntas sobre a
disposição em se apoiar publicamente um partido. O resultado foi surpreendente:
não se enquadra na teoria. Em comparação com os resultados de março, os
seguidores/ eleitores do Partido Socialdemocrata tendiam a mostrarem-se mais
remissos que os da União Cristianodemocrática. Em resposta à pergunta : o que
estavam dispostos a fazer por seu partido, e dada uma lista de atividades
possíveis inclusive a resposta “absolutamente nada”- “nada de todo esto” , o número de eleitores/votantes do Partido
Socialdemocrático que disseram que não fariam nada aumentou entre março e julho
de 34 a 43 por cento, todavia já os
eleitores da União Cristianodemocrática permaneceram praticamente constantes
(em 38 por cento disseram que não fariam nada em março, e 39 por cento em
julho). Uma disposição decrescente dos partidários/ eleitores
cristianodemocráticos em apoiar publicamente seu partido não pode explicar a
mudança no clima da opinião (tabela 3, ao final do capítulo).
Con el ojo de la televisión
Com o olho na televisão
Depois eu pensei nas duas fontes de que
dispomos para obter informação sobre a distribuição das opiniões em nosso meio:
a observação da primeira mano da
realidade e a observação da realidade através dos olhos dos meios de
comunicação. De modo que pedi a Allensbach que os dados fossem tabulados de
acordo com a quantidade de prensa leída ou
de televisão vista pelos entrevistados.
Quando tive os resultados desplegados sobre a mesa, eram tão sencillos quanto uma cartilha de escola. Somente os
que haviam observado o meio entorno com maior frequência através dos olhos da
televisão perceberam uma mudança no clima da opinião; aqueles que haviam
observado o entorno sem os olhos da televisão não notaram nenhuma mudança no
clima da opinião (tabela 4, ao final do capítulo).
As diversas comprovações/pesquisas que
realizamos para ver se o filtro da realidade pela televisão mudou o clima de
opinião – em outras palavras: a mudança
no clima da opinião gerada pelo filtro da televisão – no ano eleitoral de 1976
estão detalhadamente descritos em outro lugar (Noelle-Neumann 1977b;
1978). De todas as formas, não podemos
deixar de sentir curiosidade pela maneira a qual é produzida a mudança de clima
da opinião pública. Novamente entramos em um território que foi pouco explorado
pela investigação.
Los periodistas no manipularon. Refirieron lo que vieron
Os periodistas / jornalistas não manipularam.
Para tentarmos chegar ao menos a uma
solução para este enigma , analisamos entrevistas realizadas a jornalistas e ,
os vídeos de programas políticos de televisão desse ano eleitoral. De acordo
com as teses de Walter Lippmann, não é absolutamente surpreendente que os “televidentes vieran esfumarse las
possibilidades de la Unión Cristianodemócrata.” –p9. Os próprios jornalistas
não acreditavam que os cristianodemocráticos poderiam ganhar as eleições
federais de 1976. Na realidade, “los dos
bandos políticos tenían prácticamente la misma fuerza,e a União
Cristianodemocrática venceu no dia das eleições, em 3 de outubro de 1976, com
350.000 dos 38 milhões de eleitores aproximadamente (un 0,9 por ciento) hubieran
cambiado su voto del Partido Socialdemócrata o el Partido Demócrata Libre a la
Unión Cristianodemócrata. Uma
estimação objetiva da situação anterior às eleições teria feito os jornalistas
a responder à pergunta: Quem acredita que vai ganhar as eleições?” con un “Está completamente enn el aire”. Mas pelo contrário, mas de 70 por cento
respondeu que acredita que a coalização socialdemócrata-liberal iria ganhar, e
apenas 10 por cento esperava uma vitória cristianodemocrática.
>estudo realizado no dia
16.05.2017
Os periodistas (jornalistas digamos assim)
viam o mundo de uma maneira bem diferente do eleitorado , Lippmann tinha razão,
só podiam mostrar o mundo da maneira como o viam. Em outras palavras, a
audiência tinha duas visões da realidade, duas impressões distintas sobre o
clima da opinião: a impressão própria, baseada em observações de primeira mão e
a impressão baseado no olho da televisão. Isto produziu um fenômeno fascinante:
um “clima de dupla opinião” (tabela 5).
Por que a população e os periodistas viam
de maneira tão diferente a situação política? O eleitorado, afinal , todavia
acreditava (no verão de 1976) que uma vitória dos cristianodemócratas era um
pouco mais provável que uma vitória dos socialdemocratas e liberais.
Uma razão era que a população e os
periodistas tinham convicções políticas e preferências completamente diferentes
por uns e outros partidos. E como deixa claro Lippmann, as convicções guiaram
seus pontos de vista. Os eleitores do Partidos SocialDemocrata e do Partido
Demócrata Liberal (os Liberais) viam mais indícios de vitória para seus
partidos, assim como os eleitores da União Cristianodemócrata consideravam mais
provável a vitória de seu partido. Isto é assim em geral, e assim em 1976 no caso da população e dos periodistas. Como
a população estava dividida em partes iguais entre o Partido Socialdemócrata –
Partido Demócrata Libre por uma parte e
por outra parte pela Unión Cristianodemócrata, mientras que los periodistas se decantaban en una proporción de três a
uno a favor del Partido Socialdemócrata y el Partido Demócrata Libre, era
natural que percibieram la realidade de manera distinta. – p.10
La descodificación del linguaje de las sinales visuales
Assim começou a expedição por um território
virgem para a investigação de modo que os periodistas (jornalistas) de
televisão transmitem suas percepções aos telespectadores mediante imagens etc.
Primeiro dirigimos nosso olhar para o que hacia os Estados Unidos, Grã
Bretanha, Suécia e França na esperança que os investigadores de comunicação
(especialistas em comunicação) desses países
soubesse o resultado desse problema. Mas não encontramos nada. Depois
organizamos um seminário – de estudantes, ajudantes e professores – e
examinamos nós mesmos.
Contemplamos sem nenhuma discussão prévia
, gravações de vídeos de congressos políticos e de entrevistas com políticos, e
imediatamente depois respondemos questionários sobre a maneira pela qual fomos
influenciados pelas pessoas que havíamos visto. Donde coincidíamos enn nuestra descodificación del mensaje visual,
intentábamos indagar las claves que hablamos empleado para obtener esa
impresión particular. Por último convidamos conhecidos especialistas em
comunicação – como Perey Tannenbaum, da Universidade da Califórnia (Berkeley) ,
Kurt e Gladys Engel Lang, da Universidade Stony Brook de Nova York – Instituto
de Publicidade de Maguncia. Mostramos vídeos e os programas políticos , e
pedimos conselhos a eles. Percy Tannenbaum sugeriu que fizéssemos uma pesquisa a los cámaras preguntándoles que técnicas visuais empregam quando querem
chegar a um efeito determinado. Perguntamos também: como evaluaban el efecto de los distintos planos y las distintas
técnicas sobre los televidentes. Colocamos
em pratica estas perguntas na pesquisa realizada em 1979 (Kepplinger 1983;
Kepplinger y Donsbach 1982). La mayoria
de los cámaras, 51 por cento respondeu às nossas perguntas por escrito e
recebemos 151 questionários. Cerca de 78 por cento de los cámaras creia “muy probable” e 22 por cento “bastante provável” “unn câmara
pudiera conseguir, por métodos puramente ópticos, que se viera a las personas
mas positiva o más negativamente”. Que técnicas podem produzir estes
efeitos?
Os câmaras entrevistas estavam
majoritariamente de acordo em um ponto. Dois terços dos câmaras harian un plano frontal a la altura de los
ojos a los políticos que les gustasen, ya que, en su opinión, esto tenderia a
despertar simpatia y a causar umna im-presión de calma y de espontaneidade.
Ninguno de ellos los enfocaria desde arriba (plano picado) e desde abajo (plano
contrapicado), já que estas posições tendiam / tendem a provocar antipatia
e produz uma impressão de debilidade ou de vacuidade.
>estudo realizado no dia
13.06.2017 – fiz p9 metade + p.10 – parei início p. 11
O
professor Hans Mathias Kepplinger e um grupo de trabalho estudaram
depois as gravações em vídeo da campanha eleitoral tal como haviam sido
cobertas pelas redes de televisão alemãs, a ARD e a ZDF, entre 1 de abril e as
eleições de 3 de outubro de 1976. Entre muitas coisas descobriram que Helmut
Schmidt só apareceu 31 vezes em planos picados e contrapicados, ao passo que
Kohl apareceu 55 vezes. Mas tivemos que interromper a investigação devido aos protestos dos jornalistas
(periodistas) e dos cámaras, que eram contrários a análise sobre os efeitos dos
ângulos das camaras.
Atualmente, mas de uma década depois,
continuamos investigando como os jornalistas (periodistas) de televisão
transmitem suas percepções aos telespectadores através de imagens. Durante este
tempo tem se repetido a indignação causada pelo estudo cientifico das camaras e
dos montadores (produtores). Estudos experimentais publicados posteriormente
confirmaram definitivamente a influência que as técnicas de filmagem e montagem
exercem sobre as concepções de realidade
nos telespectadores. Estos estúdios, sinn embargo , se han
escrito tan desapasionadamente, que probablemente no vayan a servir de estímulo
para ulteriores investigaciones (Kepplinger 1987, 1989b).
Além do mais, não tem havido eleições
federais na Alemanha com resultados parecidos com os das eleições de 1976. Não há portanto, acusações violentas sobre a
influência dos meios de comunicação no clima da opinião, se essa influencia não
pode ser decisiva, por depender do resultado do resultado de umas poucas centenas
de milhares de votos. Esta ausência de
interesse público tem sido na realidade favorável para a investigação da comunicação que visa
determinar a influencia que as imagens da televisão tem sobre os
telespectadores. Michael Ostertag dedicou sua tese (1992), elaborada no
Instituto de Publicidade de Maguncia ao tema de como as preferências políticas
dos jornalistas (periodistas) aos políticos entrevistados na televisão e como este efeito, por sua vez,
configura as impressões que os políticos causam no público. Analisando 40
entrevistas de televisão com os principais candidatos – Sehmidt, Kohu, Strauss
e Genscher – realizadas durante a campanha das eleições federais de 1980,
Ostertag e seus colaboradores trabalharam con
el sonido apagado. Queriam evitar serem influenciados por argumentos esgrimidos
e linguagem utilizada, assim como
pelos elementos relacionados com a fala, tais como timbre de voz, a entonação e
as pausas deliberadas; em outras palavras, pelo que eles consideram “modos de
expressão verbal” o “paralinguísticos”. Seu
único interesse era os conteúdos visuais.
A investigação de Ostertag incluía uma
comparação entre as expressões faciais e os gestos dos quatro políticos alemães
principais os quais fossem/ foram entrevistados por um jornalista (periodista)
com opiniões políticas parecidas ou por um outro que tinha inclinação política
para o outro lado. O resultado foi que as expressões faciais e os gestos
típicos dos quatro políticos eram essencialmente os mesmos em todas as
entrevistas. Habla, sin embargo, un cambio de grado. Quando falavam com um jornalista de outra
tendência política, el asentimiento
rítmico da cabeça dos políticos
movimenta-se mais intensamente ao falar; y
el processo de apartar la mirada o olhar fixo na outra pessoa se
prolongava. Esta intensidade parecia produzir um efeito desfavorável ao
telespectador. Entrevistados por jornalistas com quais estavam de acordo, os
quatro políticos foram praticamente cem por cento valorizados (positivamente)
pelos telespectadores, “apenas os políticos que discutiam com o entrevistador
tinham uma valorização negativa (Ostertag, 1992, 191 y sigs.).
Sinn
embargo, aunque ahora podemos
identificar algumas de las señales visuais que influenciam a opinião sobre os
políticos que aparecem na televisão, a investigação ainda que avançar muito
antes de poder determinar realmente como a televisão transmite o clima de
opinião.
>Estudo realizado no dia 14.06.2017 – fim da tentativa de tradução,
kkk