Filhos de Gaia (gata desaparecida desde março de 2007)

Filhos de Gaia (gata desaparecida desde março de 2007)

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Leitura Livros - recortes - A Espiral do Silêncio

 Elizabeth Noelle-Neumann

A Espiral do silêncio

A espiral do silêncio. Opinião: nosso papel social

     Inspirada a partir das exposições clássicas ou conceitos clássicos de opinião público, pretendo fazer uma pesquisa empírica sobre o processo de formação desta, a qual parte da observação que um indivíduo faz de seu entorno social.

     Entre os diferentes exemplos anteriores, de Tocqueville, Tonnies, Bryce y Allport, apenas Allporta apresenta o exemplo de um processo de formação da opinião pública: a pressão que se exerce sobre os habitantes de um bairro para que despejen de nieve sus aceras. Este exemplo nos mostra que as convenções sociais, os costumes e as normas junto com as questões políticas, estão entre as “situações” e as “proposições de significação” capazes de multiplicar as posturas públicas.

   Se a opinião pública é o resultado da interação entre os indivíduos e seu entorno social, deveríamos encontrar em execução os processos que Aschs y Milgran confirmaram de modo experimental.  Para não sentir-se sozinho, isolado, um indivíduo pode renunciar a seu próprio juízo. Esta é uma condição de vida em uma sociedade humana; se for de outra maneira, seria impossível a integração.

    Esse medo ao isolamento (não é só o medo que o individuo tem de o excluíram mas este indivíduo pode também começar a duvidar sobre a capacidade de seu juízo) é parte integrante, segundo os outros, de todos os processos de opinião pública. Aqui está o ponto vulnerável , ponto fraco do in-divíduo; pois os grupos sociais podem castiga-lo por não saber se adaptar ao grupo. Há uma ligação bem estreita entre os conceitos de opinião pública, sanção e castigo.

     Mas em que momento um individuo se encontra isolado? É aquele individuo que tenta descobrir mediante um  “organo cuasiestadístico”  que ao observar o seu entorno social “,estimar la” distribuição das opiniões a favor ou contra suas ideias, - “estimar la distribución de las opiniones a favor o en contra de sus ideias, pero sobre todo al evaluar la fuerza y el caráter movilizador y apremiante, asi como las possibilidades de êxito, de ciertos puntos de vista e de ciertas propuestas.”

      Isto é especialmente importante quando numa situação de instabilidade, o indivíduo está dentro de uma luta diante de proposições opostos e que se vê obrigado a tomar partido. Pode estar de acordo com o ponto de vista dominante, o qual reforça a confiança em si mesmo e o permite expressar-se sem reticências e sem correr o risco de ficar  isolado diante daqueles que têm pontos de vista diferentes.  Mas o contrário, pode advertir/ admitir que suas convicções perdem terreno (estão perdendo terreno); quando mais isso acontece, menos seguro o individuo estará de si e menos propenso estará a expressar as suas opiniões. Não falamos dos 20% referentes aqueles sujeitos da experiência de Asch cujas convicções seguem inquebráveis, mas dos 80% restantes. “Estas conductas remitem, pues, a la imagem cuasiestadística que se forma el individuo de su entorno social en términos de reparto de las opiniones.”  . A opinião pública dividida se afirma com mais frequência e com mais segurança; escuta-se o outro cada vez menos. Os indivíduos percebem estas tendências e consequentemente adaptam-se as suas tendências. A tendência em expressar –se em um caso e a guardar silêncio em outro, gera um processo em espiral que gradualmente  vai instalando criando uma opinião dominante.

     Basándonos en le concepto de un processo interactivo que genera una “espiral” del silencio, definimos la opinión pública  como aquella que pude ser expressada en público sin riesgo de sanciones, y en la  cual puede fundar se la acción  llevada adelante en público.

 

Estudo realizado no dia 15.04.2017

 

     Expressar ou dar uma opinião oposta e efetuar (por em prática) uma ação pública em seu nome significa correr perigo de ver-se isolado. Em outras palavras,  podemos descrever a opinião pública como a opinião dominante que uma postura e uma conduta de submissão,  uma vez que ameaça com isolamento o individuo rebelde, e ameaça ao politico coma perda do apoio popular.”Por esto, el papel activo de iniciado de un proceso de formación de  la opinión queda reservado para cualquiera que pueda resistir a la amenazza de aislamiento.” –p2

      Encontramos entre os autores clássicos aqueles que escreveram sobre a opinião pública e mencionaram que a opinião pública é um assunto de palavra e silêncio.

     Tonnies ecreve: “A opinião pública sempre pretende ser autoridade. Exige o consentimento. Ao menos obriga o silêncio “o a evitar que se sostenga la contradicción”.  Bryce fala de uma maioria que fica em silêncio por se sentir-se vencida.: “O fatalismo da multidão não depende de uma obrigação moral ou legal. Trata-se de uma perda da capacidade para resistir, de um sentido debilitado da responsabilidade pessoal e do dever de combater com as próprias opiniões.”

      O processo de formação da opinião pública fundado na “espiral do silêncio” foi descrito por Toequeville, em seu livro – O Antigo Regime e a Revolução.  Tocqueville, ao mostrar que o desprezo pela religião se converte em uma atitude amplamente difundida e dominante durante o século XVIII francês, e apresenta a seguinte explicação: la Iglesia francesa “se volvió muda”: “Los hombres que conservaban la antigua fe termieron ser los únicos que seguían fieles a ella y , más amedrentados por el aislamiento que por el erro, se unieron a la multitud sin pensar como ella. Lo que aún no era más que el sentimento de uma parte de la nación pareció entonces la opinión de todos, y desde esse momento pareció irresistible ante los mismos que le  daban esa falsa apariencia.”

     Antes de submeter à prova esse modelo interativo do processo de formação da opinião pública, cinco hipóteses serão expostas.

1.”Los indivíduos se forman uma idea del reparto y del éxito de las opiniones dentro de su entorno social.”Observam quais são os pontos de vista que pedem força fuerza y caules decaen. – quais são os pontos de vista fortes e os fracos. Este é um requesito para que exista e se desenvolva uma opinião pública, entendida como a interação entre os pontos de vista do indivíduo e daqueles que estão ao seu entorno. A intensidade da observação do seu entorno por parte de um determinado indivíduo varia não só de acordo com os seus interesses por tal ou qual assunto em especial “sino también según pueda o no ser a impelido a tomar partido publicamente respecto de eso.” –p.2

2. A disposição de um individuo em se expor ao público o seu ponto de vista varia de acordo as diferentes opiniões no seu entorno social –

 

>estudo realizado no dia 16.04.2017

 

2. La disposición de un individuo a exponer en público su punto de vista varía según la apreciación que hace acerca del reparto de las opiniones en su entorno social y de las tendências que caracterizam la fortuna de essas opiniones. Estará tanto mejor dispuesto a expresarse que piensa que su punto de vista es, y seguirá siendo, el punto de vista dominante; o si bien aún no es dominante, comienza a expandirse com creces. A maior ou menor disposição que um indivíduo tem em expressar uma opinião – influye em su apreciación del favor que hallan las opiniones que Suelen exponerse enn publico.

 

3.Se pude deducir de esto que si la apreciación del reparto de una opinión está en flagrante contradicción con su efectiva distribución es porque -  a opinião cuja força se sobrepõe é aquela que mais se expressa com mais frequência em público.

 

4. Hay umna correlación positiva entre la apreciación presente y la apreciación antecipada: se uma opinião é considerada dominante, é plausível pensar que ela continuará sendo no fuduto (e vicer-versa). Esta correlação, no entanto, pode variar. Quando mais débil, mais fraca é,  mais a opinião pública encontra-se um processo de troca.-Cuanto más débil es, la opinión pública más se enreda en un proceso de cambio.

 

5. Si la apreciación de la fuerza presente de una opinión determinada difiero de la de su fuerza futura, lo que determinará el punto hasta el cual el individuo este dispuesto a exponerse será la previsión de la situación futura, pues se supone que la mayor o menor buena disposición de um indivíduio depende su temor a encontrarse aislado, del temor a ver sua confianza quebrantada en si, en caso de que la opinión mayoritaria o la tendência de ésta no confirmara su próprio punto de visa. Si está convencido de que la tendência de la opinión va en su misma dirección, el riesgo de aislamiente es mínimo.

 

Nesta brincadeira a maioria dos indivíduos têm medo de se expor suas próprias opiniões em público, ao que tudo indica o maior medo é do isolamento. A questão é: mesmo que este indivíduo não concorde com a opinião pública seu medo é proporcional a sua confiança; mesmo que a opinião da maioria ou a tendência não confirma seu próprio ponto de vista. Agora se o indivíduo está convencido que a tendência da opinião vá em sua dieção, o risco de ver-se isolado é mínimo.

 

     Para provar tais hipótese uso como provas pesquisas sobre variados temas, organizadas pelo Instituto fur Demoskopie Allenbasch, entre os anos de 1971 e 1972. Estas pesquisas representam um total de 1000 a 2000 entrevistas, feitas por meio de questionários que refletem amostras representativas da população. Formularam-se quatro tipos de perguntas:

a)preguntas sobre la opinion del entrevistado, concernentes a temas controvertidos (una persona o una organización, un tipo de conducta, una propuesta);

b)preguntas sobre el punto de vista del entrevistado, referidas a lo que la mayoría (“la mayor parte de los alemanes occidentales”) piensa sobre un tema;

c)preguntas referentes a la evolución de la opinión en el porvenir;

d)preguntas relacionadas con la disposición del entrevistado a tomar partido publicamente. Pro eso les pedí a los entrevistados que imaginaran una conversación vinculada con un tema controvertido entre los pasajeros de un tren de línea principal y que indicaran si intervendrian o no, y de qué manera, en semejante conversación. – p.3

 

 

>estudo realizado no dia 17.04.2017

 

     Deste modo os entrevistados foram submetidos a doze temas que mais ou menos davam lugar a controvérsias:

- a lei sobre o aborto (abril de 1972)

-o nível máximo (repreensível) de porcentagem de álcool no sangue dos motoristas de automóvel (abril de 1972)

-a pena capital (junho de 1972)

-a união livre (setembro de 1972)

-os castigos corporais às crianças (novembro de 1972)

- os trabalhadores estrangeiros da República Federal (maio de 1972)

-o triunfo social (agosto de 1972)

- os tratados de Moscou e da Varsóvia ( maio de 1972)

- o reconhecimento da RDA (fevereiro de 1971)

- a proibição do Partido Comunista (setembro de 1972)

- a influência crescente de Franz Josef Strauss (outubro/novembro de 1972)

- Vocês apoiam Willy Bradt como chanceler? (outubro de 1972)

 

     Como podemos ver na Tabela 1 (vide anexo no final), a disposição em discutir sobre um tema em público varia segundo o sexo, a idade, la profissão, a renda e o lugar de residência (onde mora). Os homens, as categorias mais jovens e as classe média e alta expressam-se de maneira com más gusto. Estas mesmas discrepâncias /diferenças são encontradas a respeito de todos os demais resultados da investigação. Por isso pus-me a examiná-los sem fazer distinções entre estes subgrupos demográficos.

     Se hizo uma comparação entre os grupos que pessoas que compartilham uma mesma visão sobre a evolução da Alemanha. Pensam que a República Federal se encaminha ao socialismo. A diferencia  entre estes grupos é que um apoia/concorda com isto; e o outro não. Os resultados mostram diferenças de grau na propensão em expressar-se em cada um dos grupos. A “facción preocupada” é na realidade numericamente mais importante que a  “fracción triunfante”, mas a tendência desta maioria de ficar em silêncio é considerável e da a impressão de uma “maioria silenciosa”.

     Convém agora examinar a propensão da expressão do grupo que apoia/ se alegra pelo avanço do socialismo, isto se deve por um interesse mais pronunciado pela política. O resultado foi que a tendência em se falar da “facción victoriosa”  e a tendência em ficar em silêncio da “facción perdedora”  é evidente tanto no que se refere ao interesse pela política como naqueles que não tem interesse política.

 

>estudo realizado no dia 18.04.2017

 

     Se os partidários das teses da esquerda parecem mais inclinados que os conservadores “a situarse en la brecha” –p4, é porque suas previsões sobre a evolução dos acontecimentos  revelaram-se corretas.  A respeito desta questão realizou-se uma pesquisa (entrevista/ amostra)  sobre o reconhecimento da RDA. A investigação (a pesquisa) realizada em 1971, um ano antes da formalização do Tratado entre a República Federal da Alemanha e a República Democrática da Alemanha. Nesta pesquisa realizada em 1971, em linhas gerais observou-se que havia quantidades iguais de pessoas a favor e contra ao reconhecimento deste Tratado.  E havia pouca diferença entre ambos os grupos, quando estes eram perguntados se achavam que eram maioria na população. A diferença aumentava no momento em que os grupos eram interrogados sobre o que esperavam , ou quais eram as expectativas de uma evolução crescente em seus grupos. O que pensaram que eram maioria tinham a clara impressão de que o tempo lhes daria a razão.

      Nesta série de pesquisa (provas, entrevistas), os exemplos modificaram as hipóteses do silêncio. Em dois temas,  as partes perdedoras (minorias que variavam entre 17% a 25% , frente a maiorias que variavam de 53% a 61%) mostraram uma disposição a estar do lado da minoria, (menos igual) – “muestran una disposición a tomar partido por lo menos igual, si no superior, a la de la mayoría.” (p.4)  Tratavam-se me minorias opostas aos Tratados de Moscou e Varsóvia que apoiavam o político conservador Franz Josef Strauss. Estes resultados sugerem que por trás de um longo combate, uma pequena parcela (facción minoritária)  pode ficar reduzida a núcleo compacto cujos membros não estão dispostos a adaptarem-se, nem a mudarem de opinião , “o incluso”  ficar silêncio frente a opinião pública.  Alguns membros deste grupo são capazes de enfrentar seu isolamento. Em sua maioria, podem seguir mantendo seus pontos de vista apoiando-se em um círculo seletivo e elegendo “los médios de los que se dispone.” – p4

     Para chegar uma confirmação inequívoca sobre a hipóteses 3 mais estudos seriam necessários. “En especial habría que examinar la diferencia entre los repartos reales y supuestos de la opinión.” – p4  É preciso também saber se a percepção das entrevistas expressas em público com maior frequência se relaciona com o opinião do mesmo entrevistado e com a confirmação de que sua opinião é a mesma da opinião dominante. Tenho a hipótese de que em processos de formação de opinião a observação que um indivíduo faz sobre as mudanças/transformações em seu entorno  ocorre antes das mudanças de sua própria opinião.  Deste modo, meus estudos têm mostrado um “cambio en la voluntad de votar durante la campana de las elecciones de 1972 a favor de la opinión que se presentaba publicamente con la mayor fuerza.” –p4. El balanceo  o equilíbrio parece estar mais marcado entre as mulheres, que se sente menos seguras em opinar sobre matéria política.

     Basándonos en esta comprobación de un efecto diferido de la previsión de los resultados de una elección acerca de las intenciones de voto, examinemos el valor predictivo de la hipótesis del silencio” –p4

 

>estudo realizado no dia 25.04.2017

 

     As ponderações sociográficas (sociogeográficas) habituais sobre a distribuição das opiniões na população devem ser completadas com perguntadas que levem em consideração as opiniões do entorno – Quais são as opiniões que predomina e quais ganharam terreno? – assim como perguntas acerca da disposição do entrevista em defender determinado ponto de vista em público.

      Tendo em mãos semelhante (certas informações) informação é possível considerar, na análise de um grupo, a opinião de parâmetros tais como a confiança que tem em si mesmo (de acordo com sua segurança (“de acuerdo con su seguridade de tener consigo o no a la mayoría presente o futura), assim como sua inclinação a defender certo ponto de visa em público. Partindo dos resultados destas análises podemos deduzir que podemos contar com uma mudança na opinião pública. Quais são as opiniões que defenderiam ser difundidas e quais deveriam cair (ou ser silenciadas)? “Cuál es la forma de la presíon conformista?” –p.38 . Então é possível fazer previsões, tais como:

- Se uma maioria se considera minoria, pode ser que ocorra o processo contrário, ou seja , uma maioria tornar-se minoria. Pode ocorrer também o inverso – se uma minoria é vista como maioria , poderá aumentar.

- Se os membros de uma maioria não calculam a força desta maioria, a força de sua opinião ao longo do tempo como ela se mantem, pode ocorrer um fracasso. Pode acontecer também , que a crença num crescimento favorável  compartilhada por muitos, seus membros precisaram de muito tempo para mudarem de opinião.

- “Si la inseguridad en cuanto a lo que es la opinión dominante, o lo que será, aumenta, es porque está ocurriendo un cambio profundo en la opinión dominante.” – 39

- Se duas facções (opiniões diferentes) se distinguem claramente por sua respectiva disposição em expor seus pontos de vista em público, o lado que mostre maior disposição será talvez o que predomine no futuro.

 

>estudo realizado no dia 26.04.2017

  

     Combinando estas ponderações, podemos concluir que uma minoria convencida de sua força, de seu predomínio futuro e, por conseguinte disposta a expressar-se, poderá tornar sua opinião dominante, principalmente se combate uma maioria que duvida de seus próprios pontos de vista mesmo que esta siga vencendo no futuro, mas não tanto disposta a defende-los em público.  A opinião desta minoria se converte em uma opinião que mais a frente não pode se contradizer sem correr o risco de cair em alguma sanção. Deste modo passa da hierarquia, muda de posição deixa de ser simples opinião de uma parte da população para tornar-se opinião pública.

        Este tipo de análise pode ser aplicar à previsão das opiniões políticas, às tendências de moda, a evolução dos costumes e das convenções sociais, e decidir – determinar vários aspectos dos quais a atitude , a conduta do indivíduos estejam determinados pela relação de suas próprias convicções e o resultado da observação do seu entorno social.  Na minha opinião, esta interação é o principal aspecto do processo de formação da opinião pública.  A  importância do papel da observação do entorno faz com que todas as potencias sobre a opinião pública –“La importância del papel de la observación del entorno hace que todas las potencias sobre la opinión pública sólo valgan para períodos y sítios determinados.” –p39

     Se suele afirmar que los médios de comunicación massiva influyen enn la opinión pública pero enn realidade esta relación no es para nada clara. – p .39

      Os meios de comunicação de massa pertencem ao sistema através do qual o individuo consegue se informar sobre o seu entorno. “Respecto de todas las preguntas que no atanen a su esfera personal, depende casi totalmente de los médios de comunicación massiva tanto en lo que se refiere a los hechos mismos como a la evaluación del clima de la opinión. Por regla general reaccioanrá ante la presión de la opinión en la forma en que ésta há hecho pública (o sea publicada).-p39. É preciso investigar sobre o modo como uma opinião sobre uma pessoa ou um tema específico chega a prevalecer a partir do “a partir del sistema de los médios”.  Quais são os fatores que facilitam este processo, e quais são os fatores que o inibem?  Este processo depende das convicções dos periodistas? Está vinculado com as obrigações de trabalho do periodista? Os partidários das opinião dominante ocupam dentro do sistema dos meios (de comunicação) os postos chave que lhes permitem manter a distância dos grupos considerados numericamente do contra/contrários?

       Não pode estudar a influencia dos meios de comunicação de massiva na opinião pública sem levar em conta um /o conceito operatório da origem da opinião pública.  Neste sentido, a “espiral do silêncio” é um conceito para estudar este fenômeno da  origem da opinião pública. As perguntas que plantea são as seguintes: Quais são os temas que os meios de comunicação de massa apresentam/ consideram como opinião pública (função de agenda) e entre estes, quais são os temas privilegiados? Para quais pessoas e que argumentos são usados para dar – “A qué personas y a qué argumentos se confiese un prestigio especial y se profetiza una importância futura”? Há unanimidade na apresentação dos temas, e na sua urgência, en la anticipación de su futuro?

     A pergunta  acerca de saber se os meios de comunicação antecipam a opinião pública faz parte das discussões científicas há muito tempo. Segundo o mecanismo psicossocial que lhe temos chamado “a espiral do silêncio”, convém ver os meios de comunicação de massa como criadores de opinião pública. Constituem o entorno cuja pressão desencadeia a combatividade, a submissão e o silêncio. – “La pregunta acerca de saber si los médios anticipan la opinión pública o si solo la reflejam constituye el centro de las discusiones cientificas desde hace ya mucho tempo. Ségun el mecanismo psicossocial que hemos llamado “la espiral del silencio”, conviene ver a los médios como creadores de la opinión pública. Constituyen el entorno cuya presión desencadena la combatividade, la sumisión o el silencio.”-p5

 

>estudo realizado no dia 28.04.2017

 

    “Tenho experimentado a espiral do silêncio em meu clube.” “Tenho visto ela funcionar em minha equipe de voleibol.” “As coisas são exatamente assim em minha empresa.” -  A gente confirma desta maneira o conceito de espiral do silêncio.  E é o que nos cabia esperar, pois há inúmeras ocasiões para observar essa conformidade de comportamento humano. As experiências que todos temos em pequenos grupos formam parte do processo. Quando a opinião pública está em formação, a comprovação por parte dos indivíduos observadores de experiências idênticas ou similares nos diferentes grupos leva a supor que “todo mundo” vai pensar igual. “Sin embargo, cuando la espiral del silencio empieza a desarrollarse en público sucede algo único”-p5  O que dá uma força irresistível ao processo é seu caráter público. O elemento da atenção pública entra no processo com máxima eficiência através dos meios de comunicação de massas.  De fato, os meios de comunicação encarnam a opinião pública, uma “publicidade” informe, anônima, incansável e inflexível.

 

La sensación de impotência antes los médios de Comunicación

A sensação de impotência perante os meios de comunicação.

 

     A comunicação pode dividir-se em unilateral e bilateral (uma conversação por exemplo, bilateral), direta e indireta (uma conversação é direta), pública e privada (uma conversação pode ser só privada).  Os meios de comunicação de massas são formas de comunicação unilaterais, indiretas e públicas.  Contrastam portanto, de inúmeras com a forma de comunicação humana mais natural, a conversação.  Por isso os indivíduos se sentem desvalidos, (sozinhos?) perante os meios de comunicação.  Em todas as pesquisas em que se pergunta a pessoas que tem muito poder na sociedade atual, os meios de comunicação aparecem nos primeiros lugares. Esta impotência se dá duas formas.  A primeira ocorre quando uma pessoa tenta conseguir a atenção pública (no sentido de Luhmann), e os meios de comunicações através de seus processos de seleção não lhe dão atenção. O mesmo acontece quando se realizam grandes esforços para que a atenção pública se fixe numa ideia, numa informação ou num ponto de vista. “Esto puede desembocar en un estalido desesperado en presencia de los guardianes que han denegado el acceso a la atención pública: uno tira un bote de tinta a un Rubens en el museo de aarte de Munich; otro arroja una botella de ácido contra un Rembrandt en un museo de Amsterdam, otro secuestra un avión para que la atención pública se fije en un mensaje o en uma causa.” – p6

      O segundo aspecto da impotência entra em jogo quando se usam os meios de comunicação de massa como  uma picota ; quando orientam a atenção pública  anônima, para um individuo que entrega o outro como um bode expiatório para ser “exibido”. Não podendo este defender-se.  Não podendo desviar-se das pedras e das flechas.  As formas de réplicas são grotestacas por sua debilidade, “por su torpeza en comparación con la tersa objetividade de los médios”. Os  que aceitam voluntariamente aparecer em um debate ou em uma entrevista de televisão sem pertencer ao círculo interior dos “cancerberos”  dos meios de comunicação estão metendo suas cabeças dentro da boca do tigre.

 

 

Un nuevo punto de partida para la investigación sobre los efectos de los médios

Um novo ponto de partida para a investigação sobre os efeitos dos meios de comunicação.

 

>estudo realizado no dia 03.05.2017

 

      A atenção pública pode experimentar-se (ser analisada) a partir de ponto de vista diferentes: a do indivíduo exposto a ela, e a do indivíduo que é ignorado por ela. – que acabamos de descrever

 

 

Dia09.05.2017

 E também a partir da perspectiva de um acontecimento coletivo, quando milhares de pessoas observam seu meio e falam ou permanecem caladas, criando assim a opinião pública. A observação do entorno tem duas fontes, dos manantiales que nutrem a opinião pública: de um lado o indivíduo observa diretamente seu meio; por outro lado, ele recebe a informação sobre o seu meio através dos meios de comunicação.  Atualmente a televisão crea, con el color y el sonido, uma grande confusão entre a própria observação e a observação mediada pelos meios. “Boa Tarde”, diz o homem do tempo ao comentar sobre a informação metereológica. “Boa tarde”, responderão os hóspedes de um hotel que estão de férias.

 

     A gente leva muito tempo questionando os efeitos dos meios comunicação acreditando que há uma relação muito simples e direta entre a causa-efeito. Supõem-se que as afirmações transmitidas por qualquer meio de comunicação geram mudanças de opiniões – o que também seria um efeito – reforçam a opinião da audiência. A relação entre os meios de comunicação e a audiência pode ser comparada com uma conversa privada entre duas pessoas, uma delas diz algo que pode ser reforçado ou combatida.  A influência real dos meios de comunicação é muito mais complexa e muito diferente do modelo de conversa privada/ individual.  Walter Lippmann nos ensinou mostrando que os meios de comunicação graban os estereótipos através de inúmeras repetições, e que estes servem de ladrillos do “mundo intermediário”, da pseudorealidade que surge entre as pessoas e o mundo objetivo exterior. Esta é a consequência da “función del agenda-setting de Luhmann”, a seleção daquilo que o público deve assistir, daquilo que deve ser considerado urgente, dos assuntos que devem ser mais importantes para todos. Todo resto é decidido pelos meios de comunicação.

     Ademais, os meios de comunicação influenciam a percepção individual do que “puede decirse o hacerse sinn peligro de aislamiento” –p6 e ee por último, encontramos algo que poderia ser chamado da função da articulação dos meios de comunicação.  Este faz com que retornemos ao ponto de partida da nossa análise sobre a espiral do silêncio, “el test del tren como situación paradigmática de un pequeno grupo en el que se crea opinión pública mediante el habla y la resistência a  hablar.” –p6

     Mas por hora vamos seguir com o tema: de como as pessoas experimentam (sentem) o clima da opinião através dos meios de comunicação.

 

 

El conocimiente público legitima

O conhecimento público legitima

 

     Todos que lerem as reimpressões do “memoral”, que hizo –p6  público um grupo de estudantes por ocasião da morte de Buback , um fiscal federal assassinado por terroristas em 1977, sabiam que a reimpressão não pretendia apenas documentar.  O texto assinado com o pseudononimo “Mescaleros”, voltou a ser publicado , evidentemente, para que o máximo de pessoas pudessem le-lo e formasse uma opinião sobre ele.  A publicidade ativa que acompanhou sua reimpressão mostrou o impacto do texto. Apesar de tímidos comentários editoriais condenatórios, que apenas ocultavam uma aprovação subjacente, “la publicidade produjo la impresión de que se podia estar secretamente satisfecho por saber que unn fiscal federal hubiera sido assinado, y que esto podia expresarse publicamente sinn correr riesgo de aislamiento.” –p6 . Algo semelhante acontece sempre que uma conduta considerada tabu se torna publica. – “por el motivo que sea – sin que califiquem de mala, de algo a evitar o a empicotar. -p6. É muito fácil saber se nos encontramos com uma notoriedade que estigmatia ou com uma perdona un comportamento. “Dar a conocer una conducta que viola normas sin censurarla energicamente la hace más adecuada socialmente, más aceptable. Todos puedem ver que esa conducta ya no aisla. Los que rompen normas sociales anhelan conn frecuencia recibir las mínimas muestras de simpatia pública. Y su avidez está justificada, porque de esse modo la regla, la norma, queda debilitada.” –p 7 e 8

 

>estudo realizado no dia 09.05.2017

 

La opinión Pública tiene dos fuentes: uma de ellas, los médios de comunicación

A opinião pública tem duas fontes: uma delas, os meios de comunicação

 

     No início de 1976, meio ano antes das eleições federais da Alemanha, pela primeira vez se montou todo um instrumental de investigação demoscópica  disponível para acompanhar o desenvolvimento do clima da opinião e o mapeamento das intenções de voto a partir da teoria da espiral do silêncio. O principal método usado foi a la entrevista repetida de unna muestra representativa de votantes, lo que se llama tecnicamente unn estúdio panel.  Foram realizadas também, entrevistas/ pesquisas representativas normais para não se perder o que ia  se sucedendo. Foram realizadas entrevista a periodistas, e programas políticos foram gravados nos canais nacionais de televisão.  Mostraremos aqui apenas uma pequena parte do total desse esforço , para mostrar como a teoria da espiral do silencio orientou a investigação empírica (Noelle-Neumann 1977b; 1978; Kepplinger 1979; 1980ª).

     Haviamos elaborado perguntas pertinentes às eleições federais de 1965. Estas se referiam às intenções de votos dos entrevistados, suas crenças sobre o possível vencedor, sua disposição em demonstrar publicamente suas preferências políticas, seu interesse por política em geral  y su grado de utilización de los médios de comunicación (periódicos y revistas leídos –y televisión vista -), con una atención especial a los programas políticos de televisión.

 

 

Cambio súbito del clima de opinión antes de las elecciones de 1976

Súbita mudança de clima na opinião antes das eleições de 1976

 

     Em julho, em plena temporada de férias, chegou ao Instituto Allensbach uma remessa de questionários contestados. Faziam parte da segunda onda de um panel de aproximadamente 1.000  votantes representativos de toda a população da Alemanha Ocidental. Naquela época eu estava em Tessin (Suissa) desfrutando dos dias ensolarados de verão e me recordo vivamente do contrate entre as grandes hortas verdes do vinhedo e a mesa de granito sobre a qual estavam os resultados das pesquisa. Faltavam poucos meses para as eleições e não era o momento de abandonar completamente o trabalho.  De los impresos se desprendia algo conn claridade:  la medición más importante, la pregunta sobre la percepción que la gente tenia del clima de opinión, mostraba unn dramático descenso de los cristianodemócratas. La pregunta era ésta: “Por supuesto nadie pude estar seguro pero - ? quíen cree usted que va a ganhar las próximas elecciones federales? Quíen va a recibir más votos, la Unión Cristianodemócrata o el Partido Socialdemócrata, - Partido Demócrata Libre?”  Em março de 1976, os entrevistados da pesquisa /amostra havia dado uma vantagem de 20 por cento à União Cristianodemocrata, esperando que este ganhasse as eleições; mas agora a sensação havia mudado pois há uma diferença de 7 que separa as estimativas entre a Unión Cristianodemocrata e o Partido Social Democrata- Partido Democrata Livre.  Poco después el Partido Socialdemócrata- Partido Demócrata Libre alcabzaba a la Unión Cristianodemócrata. (tabela 2, no final do capítulo).

      Minha primeira suposição foi que os que apoiavam os cristianodemocratas havia se comportado igual às eleições de 1972, permanecendo publicamente em silêncio e não demonstrando,  incluso una vez empezada la campana electoral, caules eran sus convicciones.

p-8

>estudo realizado no dia 12.05.2017

 

     Eu sabia que a jefatura  da campanha de todos os partidos políticos, incluindo ai a União Cristianodemocrática, tinha tentado convencer, fazer com que os seus votantes (eleitores) proclamassem sua posição publicamente; mas, como sabemos as pessoas são precavidas e medrosas. Telefonei para Allensbach e perguntei pelos resultados das perguntas sobre a disposição em se apoiar publicamente um partido. O resultado foi surpreendente: não se enquadra na teoria. Em comparação com os resultados de março, os seguidores/ eleitores do Partido Socialdemocrata tendiam a mostrarem-se mais remissos que os da União Cristianodemocrática. Em resposta à pergunta : o que estavam dispostos a fazer por seu partido, e dada uma lista de atividades possíveis inclusive a resposta “absolutamente nada”- “nada de todo esto” , o número de eleitores/votantes do Partido Socialdemocrático que disseram que não fariam nada aumentou entre março e julho de 34 a 43 por cento, todavia já  os eleitores da União Cristianodemocrática permaneceram praticamente constantes (em 38 por cento disseram que não fariam nada em março, e 39 por cento em julho). Uma disposição decrescente dos partidários/ eleitores cristianodemocráticos em apoiar publicamente seu partido não pode explicar a mudança no clima da opinião (tabela 3, ao final do capítulo).

 

Con el ojo de la televisión

Com o olho na televisão

 

     Depois eu pensei nas duas fontes de que dispomos para obter informação sobre a distribuição das opiniões em nosso meio: a observação da primeira mano   da realidade e a observação da realidade através dos olhos dos meios de comunicação. De modo que pedi a Allensbach que os dados fossem tabulados de acordo com a quantidade de prensa leída ou de televisão vista pelos entrevistados.  Quando tive os resultados desplegados  sobre a mesa, eram tão  sencillos  quanto uma cartilha de escola. Somente os que haviam observado o meio entorno com maior frequência através dos olhos da televisão perceberam uma mudança no clima da opinião; aqueles que haviam observado o entorno sem os olhos da televisão não notaram nenhuma mudança no clima da opinião (tabela 4, ao final do capítulo).

     As diversas comprovações/pesquisas que realizamos para ver se o filtro da realidade pela televisão mudou o clima de opinião – em outras palavras:  a mudança no clima da opinião gerada pelo filtro da televisão – no ano eleitoral de 1976 estão detalhadamente descritos em outro lugar (Noelle-Neumann 1977b; 1978).  De todas as formas, não podemos deixar de sentir curiosidade pela maneira a qual é produzida a mudança de clima da opinião pública. Novamente entramos em um território que foi pouco explorado pela investigação.

 

Los periodistas no manipularon. Refirieron lo que vieron

Os periodistas / jornalistas não manipularam.

 

     Para tentarmos chegar ao menos a uma solução para este enigma , analisamos entrevistas realizadas a jornalistas e , os vídeos de programas políticos de televisão desse ano eleitoral. De acordo com as teses de Walter Lippmann, não é absolutamente surpreendente que os “televidentes vieran esfumarse las possibilidades de la Unión Cristianodemócrata.” –p9. Os próprios jornalistas não acreditavam que os cristianodemocráticos poderiam ganhar as eleições federais de 1976. Na realidade, “los dos bandos políticos tenían prácticamente la misma fuerza,e a União Cristianodemocrática venceu no dia das eleições, em 3 de outubro de 1976, com 350.000 dos 38 milhões de eleitores aproximadamente (un 0,9 por ciento) hubieran cambiado su voto del Partido Socialdemócrata o el Partido Demócrata Libre a la Unión Cristianodemócrata.  Uma estimação objetiva da situação anterior às eleições teria feito os jornalistas a responder à pergunta: Quem acredita que vai ganhar as eleições?” con un “Está completamente enn el aire”.  Mas pelo contrário, mas de 70 por cento respondeu que acredita que a coalização socialdemócrata-liberal iria ganhar, e apenas 10 por cento esperava uma vitória cristianodemocrática.

 

>estudo realizado no dia 16.05.2017

  

 

     Os periodistas (jornalistas digamos assim) viam o mundo de uma maneira bem diferente do eleitorado , Lippmann tinha razão, só podiam mostrar o mundo da maneira como o viam. Em outras palavras, a audiência tinha duas visões da realidade, duas impressões distintas sobre o clima da opinião: a impressão própria, baseada em observações de primeira mão e a impressão baseado no olho da televisão. Isto produziu um fenômeno fascinante: um “clima de dupla opinião” (tabela 5).

 

     Por que a população e os periodistas viam de maneira tão diferente a situação política? O eleitorado, afinal , todavia acreditava (no verão de 1976) que uma vitória dos cristianodemócratas era um pouco mais provável que uma vitória dos socialdemocratas e liberais.

 

     Uma razão era que a população e os periodistas tinham convicções políticas e preferências completamente diferentes por uns e outros partidos. E como deixa claro Lippmann, as convicções guiaram seus pontos de vista. Os eleitores do Partidos SocialDemocrata e do Partido Demócrata Liberal (os Liberais) viam mais indícios de vitória para seus partidos, assim como os eleitores da União Cristianodemócrata consideravam mais provável a vitória de seu partido. Isto é assim em geral,  e assim em 1976  no caso da população e dos periodistas. Como a população estava dividida em partes iguais entre o Partido Socialdemócrata – Partido Demócrata Libre por uma parte  e por outra parte pela Unión Cristianodemócrata, mientras que los periodistas se decantaban en una proporción de três a uno a favor del Partido Socialdemócrata y el Partido Demócrata Libre, era natural que percibieram la realidade de manera distinta. – p.10

 

 

La descodificación del linguaje de las sinales visuales

 

    Assim começou a expedição por um território virgem para a investigação de modo que os periodistas (jornalistas) de televisão transmitem suas percepções aos telespectadores mediante imagens etc. Primeiro dirigimos nosso olhar para o que hacia os Estados Unidos, Grã Bretanha, Suécia e França na esperança que os investigadores de comunicação (especialistas em comunicação) desses  países soubesse o resultado desse problema. Mas não encontramos nada. Depois organizamos um seminário – de estudantes, ajudantes e professores – e examinamos nós mesmos.

 

     Contemplamos sem nenhuma discussão prévia , gravações de vídeos de congressos políticos e de entrevistas com políticos, e imediatamente depois respondemos questionários sobre a maneira pela qual fomos influenciados pelas pessoas que havíamos visto. Donde coincidíamos enn nuestra descodificación del mensaje visual, intentábamos indagar las claves que hablamos empleado para obtener esa impresión particular. Por último convidamos conhecidos especialistas em comunicação – como Perey Tannenbaum, da Universidade da Califórnia (Berkeley) , Kurt e Gladys Engel Lang, da Universidade Stony Brook de Nova York – Instituto de Publicidade de Maguncia. Mostramos vídeos e os programas políticos , e pedimos conselhos a eles. Percy Tannenbaum sugeriu que fizéssemos uma pesquisa a los cámaras preguntándoles  que técnicas visuais empregam quando querem chegar a um efeito determinado. Perguntamos também: como evaluaban el efecto de los distintos planos y las distintas técnicas sobre los televidentes.  Colocamos em pratica estas perguntas na pesquisa realizada em 1979 (Kepplinger 1983; Kepplinger y Donsbach 1982). La mayoria de los cámaras, 51 por cento respondeu às nossas perguntas por escrito e recebemos 151 questionários. Cerca de 78 por cento de los cámaras creia “muy probable”  e 22 por cento “bastante provável”  “unn câmara pudiera conseguir, por métodos puramente ópticos, que se viera a las personas mas positiva o más negativamente”. Que técnicas podem produzir estes efeitos?

 

     Os câmaras entrevistas estavam majoritariamente de acordo em um ponto. Dois terços dos câmaras harian un plano frontal a la altura de los ojos a los políticos que les gustasen, ya que, en su opinión, esto tenderia a despertar simpatia y a causar umna im-presión de calma y de espontaneidade. Ninguno de ellos los enfocaria desde arriba (plano picado) e desde abajo (plano contrapicado), já que estas posições tendiam / tendem a provocar antipatia e produz uma impressão de debilidade ou de vacuidade.

 

>estudo realizado no dia 13.06.2017 – fiz p9 metade + p.10 – parei início p. 11

 

     O  professor Hans Mathias Kepplinger e um grupo de trabalho estudaram depois as gravações em vídeo da campanha eleitoral tal como haviam sido cobertas pelas redes de televisão alemãs, a ARD e a ZDF, entre 1 de abril e as eleições de 3 de outubro de 1976. Entre muitas coisas descobriram que Helmut Schmidt só apareceu 31 vezes em planos picados e contrapicados, ao passo que Kohl apareceu 55 vezes. Mas tivemos que interromper a investigação  devido aos protestos dos jornalistas (periodistas) e dos cámaras, que eram contrários a análise sobre os efeitos dos ângulos das camaras.

 

    Atualmente, mas de uma década depois, continuamos investigando como os jornalistas (periodistas) de televisão transmitem suas percepções aos telespectadores através de imagens. Durante este tempo tem se repetido a indignação causada pelo estudo cientifico das camaras e dos montadores (produtores). Estudos experimentais publicados posteriormente confirmaram definitivamente a influência que as técnicas de filmagem e montagem exercem sobre as concepções de realidade  nos telespectadores.  Estos estúdios, sinn embargo , se han escrito tan desapasionadamente, que probablemente no vayan a servir de estímulo para ulteriores investigaciones (Kepplinger 1987, 1989b).

 

    Além do mais, não tem havido eleições federais na Alemanha com resultados parecidos com os das eleições de 1976.  Não há portanto, acusações violentas sobre a influência dos meios de comunicação no clima da opinião, se essa influencia não pode ser decisiva, por depender do resultado do resultado de umas poucas centenas de milhares de votos.  Esta ausência de interesse público tem sido na realidade favorável para a  investigação da comunicação que visa determinar a influencia que as imagens da televisão tem sobre os telespectadores. Michael Ostertag dedicou sua tese (1992), elaborada no Instituto de Publicidade de Maguncia ao tema de como as preferências políticas dos jornalistas (periodistas) aos políticos entrevistados na  televisão e como este efeito, por sua vez, configura as impressões que os políticos causam no público. Analisando 40 entrevistas de televisão com os principais candidatos – Sehmidt, Kohu, Strauss e Genscher – realizadas durante a campanha das eleições federais de 1980, Ostertag e seus colaboradores trabalharam con el sonido apagado. Queriam evitar serem influenciados por argumentos  esgrimidos  e linguagem utilizada, assim como pelos elementos relacionados com a fala, tais como timbre de voz, a entonação e as pausas deliberadas; em outras palavras, pelo que eles consideram “modos de expressão verbal” o “paralinguísticos”. Seu único interesse era os conteúdos visuais.

 

    A investigação de Ostertag incluía uma comparação entre as expressões faciais e os gestos dos quatro políticos alemães principais os quais fossem/ foram entrevistados por um jornalista (periodista) com opiniões políticas parecidas ou por um outro que tinha inclinação política para o outro lado. O resultado foi que as expressões faciais e os gestos típicos dos quatro políticos eram essencialmente os mesmos em todas as entrevistas.  Habla, sin embargo, un cambio de grado.  Quando falavam com um jornalista de outra tendência política, el asentimiento rítmico  da cabeça dos políticos movimenta-se mais intensamente ao falar; y el processo de apartar la mirada o olhar fixo na outra pessoa se prolongava. Esta intensidade parecia produzir um efeito desfavorável ao telespectador. Entrevistados por jornalistas com quais estavam de acordo, os quatro políticos foram praticamente cem por cento valorizados (positivamente) pelos telespectadores, “apenas os políticos que discutiam com o entrevistador tinham uma valorização negativa (Ostertag, 1992, 191 y sigs.).

 

    Sinn embargo, aunque ahora  podemos identificar algumas de las señales  visuais que influenciam a opinião sobre os políticos que aparecem na televisão, a investigação ainda que avançar muito antes de poder determinar realmente como a televisão transmite o clima de opinião.

 

>Estudo realizado no dia 14.06.2017 – fim da tentativa de tradução, kkk

 

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

PRIVAÇÃO DA VERDADE E SAÚDE MENTAL - TRECHO TRANSCRITO

 Canal Daniel Mota – Olavo de Carvalho – Privação da Verdade e a Saúde Mental – [17:46]

 

[...] argumento de autoridade quando não há possibilidade de verificação. Por outro lado, a ideia de verificação é muito mais complexa do que as pessoas normalmente imaginam. Se você falar de verificação científica tal como se entende nas ciências naturais, você vai estar limitando o campo de verificação de uma maneira brutal. Por que? A verificação científica supõe um consenso em toda uma classe científica. Um sujeito que faça uma verificação em laboratório não provou nada cientificamente enquanto todos os outros não verificarem a mesma coisa. Então, isso quer dizer que o que nós chamamos de verificação científica [1:00] é um consenso que envolve um montão de gente e a possibilidade de que milhares de pessoas vejam exatamente a mesma coisa do mesmo jeito ao mesmo tempo é nula. Na maior parte dos casos a verificação não pode ser científica tem que ser uma verificação direta e pessoal.

Por exemplo, já dei esse exemplo várias vezes e vou voltar a ele: você viu um sujeito matar outro na esquina, só você viu. Você pode provar cientificamente? Não! Porque você mesmo é o instrumento da prova.

Com relação aos conhecimentos mais importantes do mundo, nós só temos acesso a este tipo de verificação, onde a certeza direta e inegável é de natureza estritamente individual, intransferível. [2:03] E se você abdicar disso e disser : ah eu vou pegar todas as minhas certezas individuais, jogar no lixo, agora só acredito em ciência. Eu digo: você acabou de virar um psicótico. Porque o psicótico não enxerga o que os seus olhos enxergam , ele só enxerga o que a comunidade científica mandou acreditar, então ele está totalmente descentrado, fora de si. É claro que isso é uma doença mental.

Quando nós apelamos à autoridade da ciência e pedimos que ela substitua as nossas próprias percepções diretas por alguma coisa que a comunidade científica quis/ diz , você está absolutamente louco. O sujeito que faz isso devia ser internado. Quando eu digo “devia ser internado”, isso é opinião minha? Não! Vou apelar à  experiência de uma autoridade, essa autoridade é um dos maiores psiquiatras e psicanalistas de todos os tempos que se chamava Wilfren Bayen? [3:00] inglês, um sujeito altissimamente respeitado nos meios psicanalíticos especialmente no Brasil onde ele esteve várias vezes fazendo conferência. Mas eu sempre achei uma pena que as ideias do Bayen não tivessem uma influência cultural mais ampla como mereciam ter, porque esse foi um dos grandes sábios do século XX. Quando você ouvir as conferências do Bayen , infelizmente só existe um trechinho do Bayen de dez minutos no you tube – mas vocês coloquem : w.r.bion , é um trecho de dez minutos onde ele critica a expressão paciente terminal, doente terminal. Ele diz: ninguém é terminal. Se você está tratando o sujeito é porque você está supondo que ele vai durar pelo menos mais cinco minutos. O Bion falando é uma pessoa de uma modéstia muito grande [4:04], de uma simplicidade muito convincente, mas escrevendo ele é muito técnico, então eu acho que por isso os escritos dele não tiveram uma influência cultural maior. Mas a formação dele foi de psicanalista , começou aprendendo com o doutor Freud.

E doutor Freud dizia o seguinte: que existem dois princípios formadores da psique humana, dois princípios formadores essenciais, básicos – um que é chamado princípio do prazer e outro que é chamado princípio da realidade - . O princípio do prazer, evidentemente, rege todas as nossas iniciativas quando nós somos pequeninhos, quer dizer que, o princípio do prazer representa aquilo que o mundo do desejo, aquilo que vem de dentro de você e que determina a sua conduta no sentido de buscar uma satisfação [5:01]. E existe, por outro lado, o princípio de realidade que é a adaptação do ser humano às exigências do ambiente externo, não só ambiente físico, mas o ambiente social, a realidade do mundo social.

Por exemplo: você reconhecer que um dia você vai ter que trabalhar e pagar suas dívidas, certamente não é pelo princípio do prazer que você faz isso. Então, se nós fossemos regidos exclusivamente pelo princípio do prazer, nós ficaríamos tão desadaptados do mundo exterior que acabaríamos morrendo. Então existe o princípio oposto, que é o princípio de realidade que me obriga a engolir as imposições do mundo externo que contrariam meu princípio do prazer. E o doutor Freud dizia que a cura psicanalítica consiste em você gradativamente ir adaptando o seu princípio do prazer ao princípio de realidade até você encontrar meios de satisfação que são compatíveis [6:00] com as exigências do mundo exterior, do mundo natural e social. Bom, doutor Bion começou praticando isso, quer dizer, inocentemente, sinceramente seguindo lá os preceitos do doutor Freud.

Só que um dia então, no curso da psicanálise o paciente é obrigado a engolir muitas verdades que ele não quer engolir. E um dia doutor Bion se perguntou: Mas por que quê eles aceitam isto? É pelo princípio de realidade? Não pode ser, porque essas coisas que o paciente descobre a respeito de si mesmo não lhes são impostas desde fora.

Por exemplo: se o sujeito entrou [7:00] numa conduta mentirosa e falsa anos atrás e como dizia doutor Miller: ele se esqueceu da sua própria mentira e continua agindo como se ela fosse verdade; então criou uma neurose. Muito bem, como é que você vai desfazer a neurose? Você vai conversando com o sujeito, conversando, conversando, até ele mesmo perceber como é que a coisa começou. Ora, a origem dessa neurose está colocada há muitos anos atras, a mentira interior também está colocada há muitos anos atrás. O que quê na situação presente pode forçar o sujeito a recordar aquilo e dizer: puxa vida eu menti para mim mesmo. Nada pode forçar.

Então, o Bion descobriu o seguinte: pera aí , além do princípio do prazer e do princípio da realidade tem que haver um princípio superior aos dois, isso chama-se o princípio da verdade, instinto da verdade. Ele usa a palavra “drive”, podemos traduzir em instinto. [8:00] Impulso, instinto da verdade. Essa foi a primeira grande descoberta do doutor Bion: olha, os caras; às vezes o que eu quero mostrar para eles a respeito deles mesmos, o que eu estou percebendo mas eles ainda não estão percebendo, mas eles acabam percebendo, eu não estou forçando eles a aceitarem isso aí, não há nada externo forçando. Vamos dizer, a coisa por um lado é uma verdade desagradável e por outro lado não é imposta pela realidade exterior. Por que o fulano aceita isso? Ele aceita isso porque ele tem o instinto da verdade. É que [8:40 – 8:47??] é uma das grandes descobertas da psicologia de todos os tempos.

 Aristóteles dizia que conhecer a verdade é natural no ser humano, isso não quer dizer que nós sempre conheçamos a verdade. Isso é a mesma coisa que você dizer que [9:00] comer carne é natural para os lobos. Isso quer dizer que os lobos sempre comem carne, e se não tiver carne alguma. Ele procura um viado, não tem; ele procura um coelho, não tem ; procura uma galinha não tem; procura uma ovelha, não tem; procura um cabrito, não tem, hoje não como carne, vou dormir com  fome. Então, quando Aristóteles diz que é natural no ser humano conhecer a verdade, o que quê ele quer dizer: não que o ser humano sempre conheça a verdade, mas ele tem o instinto da verdade. A palavra  “instinto” não ocorreu a Aristóteles , ou seja, uma função que é natural não quer dizer que ela seja sempre cumprida, ela pode falhar uma infinidade de vezes; como por exemplo: o lobo que não encontrou carne e sofreu a humilhação de comer uma banana.

Então, conhecer a verdade é natural no ser humano [10:10] mas como toda função natural ela pode falhar infinitas vezes. Quer dizer, você pode viver contra a sua natureza, isso claro que vai lhe fazer mal, mas não vai matar você na primeira. Então, se você obrigar um lobo a comer só comida vegetal, ele vai passar muito mal, provavelmente vai ficar magro, durar menos mas ele não vai morrer na primeira. Do mesmo modo quando nós somos privados da verdade a longo prazo isso nos prejudica. E é justamente o que o Bion descobriu é que do ponto de vista da saúde mental [11:01] a privação da verdade é a origem dos grandes danos. E não adianta nada você falar em princípio de realidade, porque o princípio de realidade é somente uma necessidade exterior. O princípio de realidade por si mesmo não tem poder de persuasão , o fato de alguma coisa ser necessário você fazer alguma coisa não convence você de que deveria fazer aquilo é preciso um algo mais. É preciso que esta imposição da realidade exterior seja absorvida, transformada e valorizada interiormente, ou seja, você precisa ter vontade de fazer aquilo.

Esta transfiguração da realidade em vontade não seria possível se não tivesse um terceiro elemento [12:00] que é independente do princípio de prazer e do princípio de realidade. E exatamente esse terceiro elemento que o Bion chamava princípio da verdade. Muito bem, aprofundando um pouco as suas investigações ele viu que o funcionamento do instinto da verdade dependia da referência a um absoluto. Absoluto, eterno , imutável, porque se você sai disto então você cai de novo no jogo do princípio do prazer e do princípio da realidade. A situação externa lhe impunha determinada coisa obriga você a reprimir o seu princípio do prazer e adaptar-se, de maneira alguma [13:00] você pode continuar negando a realidade o tempo que você queira. E para que o instinto de verdade se sobreponha ao princípio de realidade ao princípio do prazer é necessário que ele tenha um ponto de apoio fixo que seja superior tanto as exigências da própria subjetividade quanto às exigências da situação exterior.

Portanto, a verdade não pode ser conhecida nem por um impulso subjetivo, nem por um impulso da pura subjetividade em busca do prazer, ou seja, não pode ser conhecido na pura clave do prazer e dor , e também não pode ser conhecida apenas como uma imposição do mundo externo [14:00]. Por que? Porque toda e qualquer verdade que você apreenda sempre transcende a situação concreta que você tá vivendo. A situação concreta se compõe de situações  de fato , se você só compreende a situação de fato você não é capaz de generalizar, para que você generalize é preciso que você transcenda do estado de fato momentâneo e apreenda aquilo como uma verdade que vai além da situação. Então, é por isso que o Bion diz , existe o instinto da verdade sem o qual a análise não funcionaria. Nenhum paciente aceitaria nada do que eu estou querendo mostrar para ele e não aceitaria nada a respeito da sua verdade interior, sobretudo não aceitaria a verdade das suas próprias emoções, não aceitaria a sua própria história [15:02], não aceitaria . A sua verdade interior. Por outro lado esse instinto da verdade não poderia funcionar jamais se ele não transcendesse todas as situações de fato imposta pelo princípio da realidade. Qual é o resultado final das observações? Isso não é uma teoria isso são observações clínicas que ele fez. E ele tratou de casos muito graves, primeiro trabalho dele foi com neurose de guerra, com soldados, também com os chamados pacientes terminais que ele , são pacientes terminais que não terminam nunca. E se eles terminarem [16:01] eles não são mais meus pacientes, dai está resolvido o problema.

Então isso são observações clínicas , essas observações nos remete de volta aquilo que dizia Aristóteles – conhecer a verdade natural do ser humano – natural como um instinto e como uma potência que o ser humano tem não natural como um estado de fato do qual você desfruta desde o primeiro momento. Quando doutor Bion dizia que o instinto da verdade só pode funcionar se ele transcender a situação de fato imposta pelo princípio de realidade , note bem que a distinção de forma e matéria está subentendida ai. A forma da verdade percebida [17:05] se sobrepõe a situação material de fato que a exemplifica, então estamos sempre voltando, voltando, voltando, voltando ao bom e velho Aristóteles em todas essas coisas. [17:30]

=parei dia 20/2/21 em [1:00]

= parei dia 21/2/21 em [5:17]

= parei dia 23/2/21 em [10:10]

= parei dia 26/2/21 em [14:59]

= transcrição finalizada em 27/2/21

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

MEU DEUS O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

 

Meu Deus o que está acontecendo?

Sinto-me surtando... não valendo nada.. minha cabeça está numa velocidade que não consigo controlar. Tudo bem que andei fazendo merda junto com meu irmão... a culpa é minha. Eu não devia ter passado dos limites com ele. Minha mãe alertou tanto.... puta que pariu. Tô preocupada com meu irmão que não sai da uti. O que posso fazer agora? Acalmar-me? Meu coração está apertado... parece que o mundo está enlouquecendo e a louca maluca sou.

Senhor dai-me força neste momento tenso político-emocional e psicológico.

Durante meus surtos psicóticos tive várias visões... quando fiquei presa na secretaria do colégio estadual Miguel couto tive a visão de que seria morta com um tiro na cabeça. Comecei a andar como macaca pelas estantes. Tudo porque fiz greve e estava respondendo a processo administrativo.

Quando voltei a sala de aula em 2018 fiquei um ano e em 2019 me tiraram de sala de aula – fui silenciada. Até que fui parar na biblioteca – silêncio total.

Eu sou uma perseguida política dentro do Estado desde de 2015.

domingo, 13 de novembro de 2022

LER NÃO DÁ DINHEIRO NÉ?! SEUS ANALFABETOS FUNCIONAIS!! VÃO CATAR COQUINHOS....TENHO QUE SURTAR ATÉ PARA FALAR... QUANTO VALE O INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO? QUANTO VALE O CONHECIMENTO ACUMULADO DE MILÊNIOS? É FOOODDAAAA!!

 

Observações sobre a liberdade

Baseadas na aula do professor Olavo

Canal Sub-Mente – vídeo Olavo de Carvalho – A Melhor Definição Sobre “LIBERDADE”

 

*” qual é a hierarquia dos valores a ser preservados por essa liberdade

*Isaiah Berlim – pegar esse texto

*a questão da liberdade sexual

*”a noção de liberdade tem que ser tratada com sensibilidade e não espírito abstratista , sempre na esfera do individuo  e com uma compreensão enorme das diferenças individuais”

*”a administração dessas várias liberdades , desses vários conflitos, o quê que é? Não é liberdade, é a ordem social. Quer dizer, a ordem social, cabe a ordem social preservar e administrar as várias liberdades conforme as reivindicações individuais ou grupais. Ninguém tem conseguido fazer isso melhor maneira do que as democracias ocidentais, mas eu acho que elas estão chegando no seu limite nesse ponto.

*”..tudo nesse mundo aqui é relativo e é feito da acomodação entre necessidades antagônicas”

*”para a anomia passar para a anarquia, você tem que passar dos pensamentos para os atos.”

*”comunistas já tem a prática de raciocinar sempre por duas linhas opostas ao mesmo tempo”

*”Toda revolução ela é revolução permanente , não tem objetivo determinado, seu objetivo é prosseguir indefinidamente e vai ser sempre assim e por isso mesmo o governo se ele não encontra antagonismo, confusão, banditismo, ele vai ter que cria-los de alguma maneira.”

 

Canal Sub-Mente – Olavo de Carvalho – As Pessoas Não Sabem o Que Está Acontecendo

 

*Não esperar jamais  confirmação das minhas opiniões nesses meios: mídia , FFAA, nenhum

*unidade do ser humano é talvez a coisa mais ignorada de toda a civilização moderna”

*”Todas as ciências sociais, especialmente na história, o problema principal é distinguir as coisas que aconteceram por uma decisão, por uma deliberação (decisão: pede uma reflexão individual, precisamos de tempo para tomarmos decisões , você respeita o seu tempo de cura interior, ao passo que a deliberação é uma conversa que pode ou não influenciar um individuo e durante a conversa sua maneira de pensar pode ser outra..... depende do seu foco , das suas habilidades naturais e motivação, - o que vai acontecer se passar a vida fazendo o que não ama o que não gosta....). , por um plano consciente e as coisas que aconteceram por acumulação de causas que ninguém controlou. Este é o problema principal. A confusão entre essas duas coisas é geral.”

 

Pouco imaginário é foda!!

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Apenas uma borboleta

 

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Olavo Tem Razão!!

 

Observações sobre a liberdade

Baseadas na aula do professor Olavo

Canal Sub-Mente – vídeo Olavo de Carvalho – A Melhor Definição Sobre “LIBERDADE”

 

*” qual é a hierarquia dos valores a ser preservados por essa liberdade

*Isaiah Berlim – pegar esse texto

*a questão da liberdade sexual

*”a noção de liberdade tem que ser tratada com sensibilidade e não espírito abstratista , sempre na esfera do individuo  e com uma compreensão enorme das diferenças individuais”

*”a administração dessas várias liberdades , desses vários conflitos, o quê que é? Não é liberdade, é a ordem social. Quer dizer, a ordem social, cabe a ordem social preservar e administrar as várias liberdades conforme as reivindicações individuais ou grupais. Ninguém tem conseguido fazer isso melhor maneira do que as democracias ocidentais, mas eu acho que elas estão chegando no seu limite nesse ponto.

*”..tudo nesse mundo aqui é relativo e é feito da acomodação entre necessidades antagônicas”

*”para a anomia passar para a anarquia, você tem que passar dos pensamentos para os atos.”

*”comunistas já tem a prática de raciocinar sempre por duas linhas opostas ao mesmo tempo”

*”Toda revolução ela é revolução permanente , não tem objetivo determinado, seu objetivo é prosseguir indefinidamente e vai ser sempre assim e por isso mesmo o governo se ele não encontra antagonismo, confusão, banditismo, ele vai ter que cria-los de alguma maneira.”

 

Canal Sub-Mente – Olavo de Carvalho – As Pessoas Não Sabem o Que Está Acontecendo

 

*Não esperar jamais  confirmação das minhas opiniões nesses meios: mídia , FFAA, nenhum

*unidade do ser humano é talvez a coisa mais ignorada de toda a civilização moderna”

*”Todas as ciências sociais, especialmente na história, o problema principal é distinguir as coisas que aconteceram por uma decisão, por uma deliberação (decisão: pede uma reflexão individual, precisamos de tempo para tomarmos decisões , você respeita o seu tempo de cura interior, ao passo que a deliberação é uma conversa que pode ou não influenciar um individuo e durante a conversa sua maneira de pensar pode ser outra..... depende do seu foco , das suas habilidades naturais e motivação, - o que vai acontecer se passar a vida fazendo o que não ama o que não gosta....). , por um plano consciente e as coisas que aconteceram por acumulação de causas que ninguém controlou. Este é o problema principal. A confusão entre essas duas coisas é geral.”

 

Pouco imaginário literário é foda!!

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Apenas uma borboleta

Não é pra ficar puta da silva!!